quinta-feira, 27 de julho de 2017

Universitários encabeçam luta por segurança em Angicos!

Desde o inicio do ano os universitários da UFERSA - campus angicos, vêm somando esforços para melhorar a segurança na cidade de angicos, desde que começou uma onda de assaltos e arrombamentos na cidades os estudantes se uniram para reverter o quadro que se agravava a cada dia, os alvos eram sempre os mesmos universitários que possuiam residencia temporaria na
cidade, quando se idealizou que seria necessário um protesto para chamar a atenção das autoridades esperava-se exatamente isso, chamar a atenção dos responsáveis (ESTADO) para o quesito segurança mas, não esperavam que tocassem tão fundo no coração dos cidadãos Angicanos.

O dono da empresa VIDRO FORTE, criado na cidade de angicos, a cinco anos tentava converncer sua esposa a mudar-se da capital e ir para seu amado interior mas, ao ver nas manchetes de jornais o indice de violencia na cidade sua esposa fez o comparativo, e isto era inegável, "o interior está quase tão violento quanto as capitais", disse ela. pensando nessa situação e tocado com os movimentos estudantis que naquela semana tiveram a cobertura da TV TROPICAL, o empresário juntamente com os universitários da UFERSA tomou as rédeas e idealizou a construção de uma sede para o batalhão da polícia, que está recebendo doações de empresários e populares.


(Dono da VIDROFORTE se pronunciando na entrega da caixa de doações, junto com ele na foto encontram-se um representante da PM, Kleyton, Responsável pela ultima parada na BR 304 e uma professora simpatizante do movimento)


nesse momento encontra-se no Centro de Convivência, CC, da referida instituição uma caixa para doações presenciais, o prédio já está de pé e estipula-se que possui 50% de conclusão somente com a ajuda de pessoas voluntárias que doam seu tempo e/ou recurso financeiro, a esta altura você deve estar pensando..."Mas isso não é tarefa do estado? prover recursos para proteção dos cidadãos?", sim eu lhe respondo! mas isso não está tirando o gás dos envolvidos que não pretendem esperar de mãos na cabeça.

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