segunda-feira, 19 de abril de 2010

O feitiço virou contra a guerreira


Da coluna Notas da redação/O mossoroense
Esta semana, além das críticas da ex-governadora Wilma de Faria (PSB) ao senador José Agripino (DEM), outra declaração polêmica proferida pela líder socialista foi a de que a aliança PMDB, PV , PR é incompreensível.   A atitude é justificada porque esta união partidária prejudica o projeto político dela. No entanto, essa confusão partidária é fruto da histórica eleição de Wilma para o Governo do Estado em 2002 pela terceira via. O fato pôs fim a polarização política entre as famílias Alves e Maia que vinha desde os tempos da ditadura militar. A própria Wilma travestida do personagem da “Guerreira” costuma dizer em entrevistas que colocou um ponto final no radicalismo político. É aí que reside o problema: os líderes dizendo-se não serem radicais, estão esquecendo a importância da palavra coerência e fazem alianças para todos os gostos como é o caso da incoerente união PMDB, PR e PV. O feitiço virou contra a guerreira.

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