sábado, 3 de abril de 2010

Poesia do dia Amor - Autor: Oscar Macedo

Pediu-me alguém, que definisse o amor,
Para zombar talvez do que eu dissesse;
Porque, se o amor, eu definir pudesse,
Seria um mago, exímio encantador.

Porque, quem resistir quando eu quisesse,
Desvendar-lhe o mysterio, e com ardor,
Dizer seu lethal gosto, seu sabor
De mel de hymêto? Emfim quando eu dissesse.

Como alguém diz: “É mal sem cura”.
“Delírio da razão, quase loucura”?
Quem já não teve o goso de soffrel-o

Outro alguém diz assim – “É phantasia...”
Mas como defenil-o eu puderia
Se nem ao menos posso comprehendel-o?!

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