segunda-feira, 3 de maio de 2010

Poetas nordestinos - (Ivanildo Vila Nova)

A pobreza do pobre nunca passa
de um pote que mata sua sede
uma enxada num canto de parede
dois chapeus um de palha outro de massa
dois cambitos tingidos de fumaça
dez filhos que tem sua aparência
a esposa que é mãe da paciência
se chorar ou sofrer não e maldiz
e as vezes se torna mais feliz
do que um rico ladrão de consciência
BLOG FOGO CONTRA FOGO

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