A confusão ainda é resultado da campanha de 2004, quando Amaro Saturnino disputou à reeleição e venceu a Prefeitura. É que naquela época, Amaro entregou documentação falsa de conclusão do ensino médio a 6ª Zona Eleitoral, durante o registro de sua candidatura a prefeito. Isso em 30 de junho de 2004. O recebimento da denúncia somente ocorreu em 31 de março do ano passado. Já que agora, o ex-prefeito de Maxaranguape quer disputar a Assembleia Legislativa pelo PSDB.
E na sessão desta quinta-feira (06), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aplicou pena de reclusão de dois anos e 15 dias-multa ao ex-prefeito Amaro Saturnino. O relator do processo foi o juiz Roberto Guedes. Por maioria de votos, não foi reconhecida a prescrição de ofício. O placar para a definição da pena de 2 anos foi de 4 votos a 3. A divergência foi sustentada pelo desembargador Claudio Santos e juízes Lena Rocha e Marcos Duarte. Eles defenderam a fixação de pena de 2 anos e seis meses de reclusão. O voto médio no sentido de não reconhecimento da prescrição foi proferido pelo juiz Marco Bruno Miranda Clementino
Assis Silva
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