quarta-feira, 6 de julho de 2011

MEMÓRIA VIVA: A FESTA DE SÃO PAULO

No dia 28 de junho, quando a fogueira estava sendo acesa, em cada residência,  e o milho assando, a canjica e a pamonha eram fartas em cada mesa. Aproxiamdamente às sete da noite começava a confissão. A Santa Missa do dia 29 era solene e celebrada pelo padre Antas; padre Vicente, de Lajes; monsenhor Tavares e padre Pinto de Angicos; padre Monteiro, de Santana do Matos; e padre Lucena, de João Câmara. Iniciava às 7:30 e terminava às 10:30, com a comunhão de todos os fieis.
À tarde, ouvia-se o repique do som do sino mais nítido que existe, chamando os fiéis para a procissão de São Paulo Apóstolo. Com a coordenação das auxiliares, formavam-se duas filas: uma só de homens e outra só de mulheres. O santo no andor sendo levado por quatro pessoas, que se revezavam, percorria as principais ruas da cidade até retornar à igreja, onde havia as cerimônias e orações do padroeiro.
Após terminar, o padre antas, que passava horas ensinando e fazendo coloridos balões, que eram soltados do patamar da igreja, aonde iam clarear e embelezar cada vez mais a noite de São Pedro.
Que tempo bom!
                                             João Bosco da Silva, professor e poeta
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