segunda-feira, 9 de abril de 2012

Adepol diz acreditar em "lisura, eficiência e isenção do trabalho da comissão" Tribuna do Norte A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol) também emitiu nota na manhã desta segunda-feira (9) sobre a denúncia veiculada na edição de domingo (8) da TN sobre supostos crimes que teriam sido cometidos por delegados potiguares. saiba maisSecretaria de Segurança emite nota sobre supostos crimes de delegadosDelegados sob investigaçãoPara a Adepol, "em nenhum momento a denúncia publicada pelo jornal apresenta qualquer consistência ou traz indícios ou evidências que possam balizar as acusações". Segue a íntegra da nota: "A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (ADEPOL) repudia a reportagem, publicada no último domingo no jornal Tribuna do Norte, sobre denúncia apócrifa que expõe à execração profissionais que têm uma vida dedicada à carreira de delegados de polícia. Ao mesmo tempo em que defende a apuração de toda e qualquer denúncia, mesmo as anônimas , por entender que é da natureza do serviço público prestar informações e esclarecimentos para que não pairem dúvidas sobre a idoneidade e o trabalho de cada um. A reportagem faz citação a supostos e diversos fatos que teriam ocorridos em épocas distintas, por pessoas diferentes, sem que haja qualquer ligação entre eles. Os delegados citados na reportagem têm relevantes serviços prestados à sociedade, mesmo assim tiveram os nomes expostos perante a opinião pública com base numa denúncia anônima e sem a existência de nenhuma acusação oficial. Em nenhum momento a denúncia publicada pelo jornal apresenta qualquer consistência ou traz indícios ou evidências que possam balizar as acusações. Os delegados citados manifestaram interesse na apuração dos fatos já que a reportagem expôs a vida dos profissionais e de suas famílias como se os mesmos fossem matadores de bandidos, numa grave ofensa aos direitos e garantias fundamentais de tais profissionais. A afirmação a "ordem é matar", incita o ódio daqueles que transgridem a lei contra os profissionais que têm o dever de combater o crime. Por fim, a ADEPOL confia na lisura, eficiência e isenção do trabalho que será realizado pela comissão designada pela DELEGACIA GERAL DE POLÍCIA para apurar as denúncias encaminhadas à Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. Com a certeza de que será assegurado o princípio constitucional da ampla defesa e do contraditório, antes de pais e mães de família terem suas fotos e nomes expostos. Ana Cláudia Saraiva Presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil".


Tribuna do Norte

A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol) também emitiu nota na manhã desta segunda-feira (9) sobre a denúncia veiculada na edição de domingo (8) da TN sobre supostos crimes que teriam sido cometidos por delegados potiguares.




saiba maisSecretaria de Segurança emite nota sobre supostos crimes de delegadosDelegados sob investigaçãoPara a Adepol, "em nenhum momento a denúncia publicada pelo jornal apresenta qualquer consistência ou traz indícios ou evidências que possam balizar as acusações".

Segue a íntegra da nota:

"A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (ADEPOL) repudia a  reportagem, publicada no último domingo no jornal Tribuna do Norte, sobre denúncia apócrifa que expõe à execração profissionais que têm  uma vida dedicada à carreira de delegados de polícia.

Ao mesmo tempo em que defende a apuração de toda e qualquer denúncia, mesmo as anônimas , por entender que é da natureza do serviço público prestar informações e esclarecimentos para que não pairem dúvidas sobre a idoneidade e o trabalho de cada um.

A reportagem faz citação a supostos e diversos fatos que teriam ocorridos em épocas distintas, por pessoas diferentes, sem que haja qualquer ligação entre eles.

Os delegados citados na reportagem têm relevantes serviços prestados à sociedade, mesmo assim tiveram os nomes expostos perante a opinião pública com base numa denúncia anônima e sem a existência de nenhuma acusação oficial.

Em nenhum momento a denúncia publicada pelo jornal apresenta qualquer consistência ou traz indícios ou evidências que possam balizar as acusações.

Os delegados citados  manifestaram interesse na apuração dos fatos já que a reportagem  expôs  a vida dos profissionais e de suas famílias como se os mesmos  fossem matadores de bandidos, numa grave ofensa aos direitos e garantias fundamentais de tais profissionais.

A afirmação a  "ordem é matar", incita o ódio  daqueles que transgridem a lei contra os profissionais que têm o dever de combater o crime.

Por fim, a ADEPOL confia na lisura, eficiência e isenção do trabalho que será realizado pela comissão designada pela DELEGACIA GERAL DE POLÍCIA para apurar as denúncias encaminhadas à Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. Com a certeza de que será assegurado o princípio constitucional da ampla defesa e do contraditório, antes de pais e mães de família terem suas fotos e nomes expostos. 

Ana Cláudia Saraiva

Presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil".

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