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Armando Holanda deve protocolar no STJ documentação sobre a renda do desembargador Osvaldo Cruz e familiares, como a sua esposa e filhas. Segundo Holanda, o objetivo é desmontar a ideia de que o desembargador
teria conseguido dinheiro a partir dos desvios no Tribunal de Justiça. O advogado de defesa afirma que a situação financeira do desembargador afastado é difícil. Holanda utilizou o termo “insolvência civil”. Ou seja, segundo o seu próprio advogado, Osvaldo Cruz está falido.Para embasar a avaliação, Armando Holanda disse que Osvaldo Cruz está prestes a vender o seu apartamento, localizado na avenida Romualdo Galvão, para pagar “dívidas pessoais” e que o desembargador deve a cinco instituições financeiras. Parte dessa dívida é causada por empréstimos consignados, cujo valor mensal é descontado no contracheque do servidor público. “O limite para esse tipo de empréstimo tanto dele quanto da esposa está estoura do”, aponta. O desembargador irá se mudar para a casa da filha, Lilyane Cruz, ainda segundo Armando Holanda. “Não era o meu cliente quem tinha dinheiro para pagar diária de 11 mil euros na França. E nós vamos provar isso”, encerra.
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