Carro é feito com 85% de material reciclável, mas custaria cerca de R$ 200 mil
Márcia Francês, do R7
Márcia Francês, do R7
Os dois táxis elétricos em circulação na capital paulista são, para leigos, uma verdadeira “engenhoca
tecnológica”. De acordo com André Maranhão, engenheiro da Nissan responsável pelo veículo no Brasil, a carroceria desses é semelhante a de um carro convencional, mas, ao invés de motor de combustão interna, eles usam motor elétrico. — Esse motor elétrico, simplificando bem, é semelhante ao motor que está dentro de um liquidificador ou que faz um elevador funcionar.
A bateria fica embaixo desses carros, pesa em torno de 300 kg e funciona como uma bateria de celular. O carro tem capacidade para rodar até 160 km e a velocidade máxima fica em torno de 145 km.
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Apesar de parecer um carro de luxo, o veículo foi criado para ser um carro familiar e urbano. O Nissan Leaf, segundo a montadora, foi o primeiro veículo elétrico produzido em larga escala no mundo. Além disso, cerca de 85% dele é feito de material reciclado, o que impressiona. Maranhão, contou que foi feito um estudo na Inglaterra sobre o custo de manutenção do carro elétrico.
— A manutenção de um veículo convencional é em torno de 1.500 euros e o veículo elétrico é em torno de 300 euros, ou seja, cinco vezes menor a manutenção do veículo elétrico em relação ao veículo convencional depois de rodar 50.000 km.
O veículo se autocarrega. A energia liberada quando o carro é freado ou quando desce uma ladeira é revertida para a bateria, ou seja, aumenta um pouco a carga da bateria. Como não tem escapamento e o motor e a bateria são blindados, se o carro acabar dentro de um alagamento não vai parar.
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