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ainda determina o pagamento de R$ 37.320 mil para cobrir as despesas processuais e os honorários do advogado de Márcia. Ao todo, o valor fica em cerca de R$ 223 mil.
Com a morte de Hebe, que aconteceu na madrugada de sábado (29), o processo deve ser suspenso até que seu espólio seja integrado à ação. Ainda cabe um recurso e, caso a decisão seja mantida, o valor da condenação deverá ser abatido da herança.
A confusão começou no final de 2000, um ano depois de Chitãozinho se separar da mulher, Adenair, após 18 anos de casamento, para assumir a relação com Márcia, ex-dançarina do grupo Banana Split. Na ocasião, Hebe convidou a ex-cônjuge do sertanejo e os dois filhos do casal para participar de seu programa. A apresentadora, então, atacou homens que “largam a família e os filhos porque pensam que estão apaixonados por uma Capitu”, em referência à prostituta da novela global Laços de Família, que era exibida na época.
O documento também aponta outros comentários nos quais Hebe se refere a Márcia como “coisa”, “falsa”, “moça”, “garota de programa”, “Capitus da vida” e frequentadora “do Café Photô”, famosa casa de prostituição na capital paulista. Durante o programa, ela ainda aproveitou a presença dos filhos de Adenair e Chitãozinho para perguntar como eles lidavam com a situação, se “os colegas de escola amolaram muito?”, entre outras observações. O menino chegou a responder: “não sou contra ou a favor, muito pelo contrário” e “só quero que meu pai seja feliz”.
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