R7
A Polícia Civil apresentou nesta quarta-feira (7) um candidato a vereador e
um empresário como sendo os mandantes do sequestro da jovem Angélica Aparecida
Vieira, de 22 anos, em Campina Grande (PB). Ela é irmão do jogador de futebol
Hulk.
De acordo com o delegado Henri Fábio, os suspeitos disseram que passavam por dificuldades financeiras viram o crime como ‘mina de ouro’. Eles pediriam R$ 300 mil. A parte do ex-candidato a vereador Rodolfo Sinfrônio (PSD) seria para pagar uma dívida da campanha. O empresário Hélio Pereira da Silva, é dono do restaurante em que Angélica estagiava como nutricionista e foi o principal mentor do sequestro.
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Outras três também participaram do crime. De acordo com o depoimento da jovem, a comida oferecida no cativeiro era feita no restaurante. O homem que a vigiava disse que receberia R$ 3.000 pelo serviço. Ela ofereceu R$ 6.000 e teria sido liberada por ele, mas não chegou a pagar porque o rapaz foi preso. Por esse motivo, não houve tempo de os criminosos entrarem em contato com a família para pedir resgate.
O dono do restaurante estava com a jovem no momento da abordagem, por isso foi chamado para prestar depoimento. A polícia informou que ele entrou em contradição várias vezes e passou a ser suspeito.
Angélica desapareceu na tarde de segunda-feira (5) e foi liberada pelos sequestradores na manha de ter-feira (6). O suposto sequestro ocorreu por volta das 14h, quando ela chegava para trabalhar em um restaurante.
De acordo com o delegado Henri Fábio, os suspeitos disseram que passavam por dificuldades financeiras viram o crime como ‘mina de ouro’. Eles pediriam R$ 300 mil. A parte do ex-candidato a vereador Rodolfo Sinfrônio (PSD) seria para pagar uma dívida da campanha. O empresário Hélio Pereira da Silva, é dono do restaurante em que Angélica estagiava como nutricionista e foi o principal mentor do sequestro.
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Outras três também participaram do crime. De acordo com o depoimento da jovem, a comida oferecida no cativeiro era feita no restaurante. O homem que a vigiava disse que receberia R$ 3.000 pelo serviço. Ela ofereceu R$ 6.000 e teria sido liberada por ele, mas não chegou a pagar porque o rapaz foi preso. Por esse motivo, não houve tempo de os criminosos entrarem em contato com a família para pedir resgate.
O dono do restaurante estava com a jovem no momento da abordagem, por isso foi chamado para prestar depoimento. A polícia informou que ele entrou em contradição várias vezes e passou a ser suspeito.
Angélica desapareceu na tarde de segunda-feira (5) e foi liberada pelos sequestradores na manha de ter-feira (6). O suposto sequestro ocorreu por volta das 14h, quando ela chegava para trabalhar em um restaurante.

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