Há uma versão
quase "oficial" que a mídia costuma se apropriar, nem que seja paliativa, quando
envolve a morte de um policial: reagiu ao assalto. Me causa muito desconforto o
fato de que a tal reação pode nem mesmo ter ocorrido, por falta de oportunidade
que seja.O policial militar tem seu próprio instinto. É
normal que sua primeira reação a um assalto seja o ataque. Mas por questões
óbvias, imaginemos também que é um profissional sob intenso risco, pois lida com
bandido, um tipo covarde, porém, traiçoeiro e, além disso, semi-imune aos
rigores da lei.
Precisa de pouco esforço para que o leitor faça um paralelo entre a exposição anterior e o caso do policial assassinado nesta Quinta-Feira(28), em Fortaleza. Na hipótese de execução, lembremos que ele trabalhava numa área de extremo risco. Em caso de reação a assalto(que acho improvável), não se pode culpar o PM por tê-la feito. Como policial, agiu como policial. Já os bandidos, em ambas as prováveis ocasiões agiram como bandidos.
Precisa de pouco esforço para que o leitor faça um paralelo entre a exposição anterior e o caso do policial assassinado nesta Quinta-Feira(28), em Fortaleza. Na hipótese de execução, lembremos que ele trabalhava numa área de extremo risco. Em caso de reação a assalto(que acho improvável), não se pode culpar o PM por tê-la feito. Como policial, agiu como policial. Já os bandidos, em ambas as prováveis ocasiões agiram como bandidos.

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