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Quem viveu e amou o futebol arte dos anos 1980, reverencia Delei,
cerebral, clássico meia-armador do Fluminense tricampeão carioca
1983/84/85.
Campeão brasileiro de 1984. Paulo Vítor; Aldo, Duílio, Ricardo Gomes e Branco; Jandir, Delei e Assis; Romerito, Washington e Tato, ou Paulinho Carioca.
Melhores do que Delei, naquele tempo, só três: Geovani do Vasco, Adílio do Flamengo e Pita, do Santos e depois do São Paulo. E ainda havia Zenon, do Corinthians.
Sócrates não contava. Não entrava em disputa.
Delei sempre demonstrou inteligência e rebeldia, quase um Afonsinho nas ideias. E na faixa criativa do gramado, com toques fatais.
Delei, Delei, acaba de entrar no programa político. Do PSC. Ao lado de Marco Feliciano. O deputado federal da Comissão de Direitos Humanos.
Delei sempre será um craque. Para sempre e apenas. No gramado. Na vida real, tornou-se um perna-de-pau fisiológico.
Campeão brasileiro de 1984. Paulo Vítor; Aldo, Duílio, Ricardo Gomes e Branco; Jandir, Delei e Assis; Romerito, Washington e Tato, ou Paulinho Carioca.
Melhores do que Delei, naquele tempo, só três: Geovani do Vasco, Adílio do Flamengo e Pita, do Santos e depois do São Paulo. E ainda havia Zenon, do Corinthians.
Sócrates não contava. Não entrava em disputa.
Delei sempre demonstrou inteligência e rebeldia, quase um Afonsinho nas ideias. E na faixa criativa do gramado, com toques fatais.
Delei, Delei, acaba de entrar no programa político. Do PSC. Ao lado de Marco Feliciano. O deputado federal da Comissão de Direitos Humanos.
Delei sempre será um craque. Para sempre e apenas. No gramado. Na vida real, tornou-se um perna-de-pau fisiológico.
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