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Víboras vibram com a exoneração do subcomandante do Batalhão de Choque, Major Antonio Marinho da Silva.
Major Marinho comandou o policiamento na “manifestação” contra o aumento na tarifa das passagens de ônibus.
Jovens usados por militantes cheios de ódio e rancor para impedir o direito de ir e vir do cidadão.
O Batalhão de Choque é a função no próprio nome.
Não é preciso delongar nem dissertar sobre teses ideológicas.
Ninguém responde agressão e provocação com flor.
Major Marinho é oficial de carreira, de origem humilde, trabalhador.
Se tivesse levado um tiro, sido acertado por um morteiro de “estudantes” usando máscaras, ninguém lembraria.
Marinho, que conheço pessoalmente, cresce no episódio.
Ele é um oficial. Exerce ordens e regulamentos determinados.
Na próxima baderna, tenham certeza, Natal sentirá falta de Marinho.
A exoneração- presume-se – foi um ato sem motivo, que não o do episódio da avenida.
Ao Major Marinho, a certeza.
O cidadão, sem teorias de axila nem complexos pessoais, dos quais são feitos os mentores dos que vão às ruas badernar, estará sempre ao seu lado.
Só um temor que o exemplo do caso propicia: Na próxima arruaça, policiais pedindo licença para não apanhar.
Víboras vibram com a exoneração do subcomandante do Batalhão de Choque, Major Antonio Marinho da Silva.
Major Marinho comandou o policiamento na “manifestação” contra o aumento na tarifa das passagens de ônibus.
Jovens usados por militantes cheios de ódio e rancor para impedir o direito de ir e vir do cidadão.
O Batalhão de Choque é a função no próprio nome.
Não é preciso delongar nem dissertar sobre teses ideológicas.
Ninguém responde agressão e provocação com flor.
Major Marinho é oficial de carreira, de origem humilde, trabalhador.
Se tivesse levado um tiro, sido acertado por um morteiro de “estudantes” usando máscaras, ninguém lembraria.
Marinho, que conheço pessoalmente, cresce no episódio.
Ele é um oficial. Exerce ordens e regulamentos determinados.
Na próxima baderna, tenham certeza, Natal sentirá falta de Marinho.
A exoneração- presume-se – foi um ato sem motivo, que não o do episódio da avenida.
Ao Major Marinho, a certeza.
O cidadão, sem teorias de axila nem complexos pessoais, dos quais são feitos os mentores dos que vão às ruas badernar, estará sempre ao seu lado.
Só um temor que o exemplo do caso propicia: Na próxima arruaça, policiais pedindo licença para não apanhar.
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