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Foi enterrado na manhã de sexta-feira (24), no Cemitério Público Bom Pastor, na zona Oeste de Natal, o
corpo da comerciante Edilma Dantas de Souza, de 41 anos, vítima de um
ritual de magia negra. Aproximadamente 30 pessoas, entre parentes e
amigos, compareceram ao sepultamento. Durante o velório, o caixão
permaneceu o tempo inteiro fechado. Edilma foi vista com vida pela
última vez no dia 1º de abril. O corpo dela foi encontrado na
terça-feira passada (21), enterrado no quintal de uma casa no loteamento
Jardim Progresso, zona Norte da cidade. Três suspeitos de terem
participado do ritual estão presos. Dois negam.
“Tudo o que nos resta é pedir justiça, punição para quem fez isso com ela”, disse Edna Dantas, irmã da vítima. De acordo com o delegado Ben-Hur Medeiros, responsável pelo caso, Edilma foi morta no dia em que saiu de casa dizendo que iria se encontrar com um conhecido. Ao chegar na residência deste conhecido, outros dois homens já estariam à espera dela. “Eles deram um bebida que a deixou entorpecida. Depois a amarraram e tiraram sua roupa. Em seguida, mataram um bode e jogaram o sangue do animal por cima do corpo dela. Então a estrangularam até a morte e por fim a enterraram", afirmou o delegado.
A Delegacia Especializada em
Capturas do Rio Grande do Norte confirmou que investiga outros três
casos de morte em rituais de magia negra no estado. Os crimes teriam
ocorrido em Natal, Macau e São Miguel do Gostoso.“Tudo o que nos resta é pedir justiça, punição para quem fez isso com ela”, disse Edna Dantas, irmã da vítima. De acordo com o delegado Ben-Hur Medeiros, responsável pelo caso, Edilma foi morta no dia em que saiu de casa dizendo que iria se encontrar com um conhecido. Ao chegar na residência deste conhecido, outros dois homens já estariam à espera dela. “Eles deram um bebida que a deixou entorpecida. Depois a amarraram e tiraram sua roupa. Em seguida, mataram um bode e jogaram o sangue do animal por cima do corpo dela. Então a estrangularam até a morte e por fim a enterraram", afirmou o delegado.

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