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Os
produtores de queijo do Seridó continuam enfrentando dificuldades de
vender seu produto em Natal. O motivo é a exigência no produto do
carimbo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), do Ministério da
Agricultura, atestando que o queijo está nos padrões de identidade e de
qualidade adequados ao consumo. Sem esse selo, o produto não entra nas
prateleiras e qualquer supermercado da Capital. Como a
maioria das queijeiras do Seridó ainda usa da prática artesanal para fabricar o queijo, o investimento para se conseguir o SIF ainda é muito alto.Um dos produtores que está sentindo o efeito é o ex-vereador de São João do Sabugi, Tuca Feitosa. Sua produção que já chegou a ser de 800 quilos por semana hoje não passa de 250. Tuca ainda está um pouco avaliado porque o leite usado na fabricação do queijo é produzido na sua propriedade Fazenda Feitosa. “Se fosse pra comprar de terceiros eu já tinha fechado e não ia pegar um litro de mais ninguém porque como não temos mais condições de vender em Natal, por causa da falta do Selo, nosso comercio virou praticamente local”, disse Tuca em entrevista ao Blog do Marcos Dantas.
maioria das queijeiras do Seridó ainda usa da prática artesanal para fabricar o queijo, o investimento para se conseguir o SIF ainda é muito alto.Um dos produtores que está sentindo o efeito é o ex-vereador de São João do Sabugi, Tuca Feitosa. Sua produção que já chegou a ser de 800 quilos por semana hoje não passa de 250. Tuca ainda está um pouco avaliado porque o leite usado na fabricação do queijo é produzido na sua propriedade Fazenda Feitosa. “Se fosse pra comprar de terceiros eu já tinha fechado e não ia pegar um litro de mais ninguém porque como não temos mais condições de vender em Natal, por causa da falta do Selo, nosso comercio virou praticamente local”, disse Tuca em entrevista ao Blog do Marcos Dantas.
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