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Dele, nunca esperem um toque de letra, uma trivela de balançar arquibancada.
Dele, nunca esperem aquele drible bamboleante que deixa zagueiro
desmoralizado, como malandro iludido por otário dentro de uma gafieira.
Dele, nunca esperem a jogada de efeito, prerrogativa do craque, que craque? Craque é espécie que não existe mais.
Dele, esperem a cor misturada de suor e sangue.
Dele, esperem a perna exposta à dividida, a explosão e a fúria nas bolas perdidas.
Dele, esperem o chute no canto, no ângulo, no tranco, na grande área de barranco.
Dele, esperem o imprevisível.
Dele, esperem o cumprimento sagrado da missão do(ser) centroavante.
Dele, Rodrigo Silva, o herói sem holofotes, a luz que clareia o gol.
Dele, nunca esperem a jogada de efeito, prerrogativa do craque, que craque? Craque é espécie que não existe mais.
Dele, esperem a cor misturada de suor e sangue.
Dele, esperem a perna exposta à dividida, a explosão e a fúria nas bolas perdidas.
Dele, esperem o chute no canto, no ângulo, no tranco, na grande área de barranco.
Dele, esperem o imprevisível.
Dele, esperem o cumprimento sagrado da missão do(ser) centroavante.
Dele, Rodrigo Silva, o herói sem holofotes, a luz que clareia o gol.
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