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No dia 12 de abril escrevi um post aqui sobre uma conversa minha com Geovani, ex-meio-campo do Vasco e seleção brasileira, maior orgulho esportivo do Espírito Santo.
Geovani, em 2008, teve câncer numa vértebra, doença tecnicamente chamada de polineuropatia. Foi cadeirante, fez tratamento rigoroso, recuperou-se, com pequenas sequelas na perna direita.
Geovani é fã de Marinho Chagas conforme post que repetirei de propósito pelo seguinte.
Geovani foi reconhecido pelo Espírito Santo. Na época, o governador Paulo Hartung lhe deu apoio e até o nomeou subsecretário de Esportes. A doença de Geovani talvez fisicamente não permitisse o exercício pleno do cargo. Mas solidariedade não lhe faltou.
A situação de Marinho Chagas não lhe permite a ocupação de funções. Marinho sofre problemas hepáticos. Marinho padece de ingratidão. Foi demitido de um contracheque de 1.200 reais que ele merece. Merece muito mais do que importados e indicados que de esporte entendem tanto quanto eu de física quântica.
Poucos merecem cargos comissionados como Marinho Chagas, porque de Copa do Mundo ele conhece. Foi humilhado sem citação na visita da comitiva da FIFA. A reportagem da afiliada Globo omitiu(por ignorância, hoje estou certo), seu nome da reportagem. Marinho tem direito a apoio público. É uma figura pública. Universal.
Terra ingrata o Rio Grande do Norte. Ou, terra insensível o Rio Grande do Norte.
Marinho Chagas está, na noite desta quarta-feira, internado na UTI do Hospital São Lucas com crise pulmonar. Infecção.
Marinho tem outras dores . Que não vale a pena citar agora. Agora é pedir, implorar, suplicar por ajuda a Marinho Chagas.
Marinho Chagas não precisa de palavras. Precisa de ação. E eu estou teclando demais. É raiva.
É repetir com revolta intensa: Quer fazer, faça em vida. Ligue para Patrícia Ribeiro de Freitas, companheira de Marinho. E que companheira fantástica. No 88615703.
Abaixo o texto de 12/04/2013:
O cara te proporciona as maiores alegrias de sua vida num dos seus times(Vasco), vira seu amigo e telefona para saber como anda a sua(minha)saúde.
É assim Geovani, o Pequeno Príncipe do Vasco.
No último papo, uma revelação que deve orgulhar a cada natalense:
- Rapaz, se eu der um pulo em Natal, faço questão de dar um abraço em Marinho Chagas. No tempo em que joguei aí no ABC(3 meses em 1996), sempre tinha um desencontro.
- Tem problema não, mas venha mesmo.
Geovani, então, me fez de ouvinte:
- Na Copa de 74, aos 10 anos, vi Marinho Chagas. Um monstro de jogar futebol. Depois, fui jogar na Alemanha(No Karlsuche, com o goleiro Oliver Kahn, em 1991) e a moral dele lá é enorme. Ele não faz ideia do prestígio que tem na Alemanha.
Disse a Geovani:
- Marinho Chagas nasceu e sempre será um menino. E menino não tem ideia de nada levado a sério no mundo.
Geovani pediu que mandasse um recado a Marinho Chagas.
Não quis dizer que recado eu não levo.
- Vou entregar um passe teu, daqueles de 40 metros. Para Marinho, é muito melhor que um recado.
- Então, diz que ele tem um velho fã capixaba.
No dia 12 de abril escrevi um post aqui sobre uma conversa minha com Geovani, ex-meio-campo do Vasco e seleção brasileira, maior orgulho esportivo do Espírito Santo.
Geovani, em 2008, teve câncer numa vértebra, doença tecnicamente chamada de polineuropatia. Foi cadeirante, fez tratamento rigoroso, recuperou-se, com pequenas sequelas na perna direita.
Geovani é fã de Marinho Chagas conforme post que repetirei de propósito pelo seguinte.
Geovani foi reconhecido pelo Espírito Santo. Na época, o governador Paulo Hartung lhe deu apoio e até o nomeou subsecretário de Esportes. A doença de Geovani talvez fisicamente não permitisse o exercício pleno do cargo. Mas solidariedade não lhe faltou.
A situação de Marinho Chagas não lhe permite a ocupação de funções. Marinho sofre problemas hepáticos. Marinho padece de ingratidão. Foi demitido de um contracheque de 1.200 reais que ele merece. Merece muito mais do que importados e indicados que de esporte entendem tanto quanto eu de física quântica.
Poucos merecem cargos comissionados como Marinho Chagas, porque de Copa do Mundo ele conhece. Foi humilhado sem citação na visita da comitiva da FIFA. A reportagem da afiliada Globo omitiu(por ignorância, hoje estou certo), seu nome da reportagem. Marinho tem direito a apoio público. É uma figura pública. Universal.
Terra ingrata o Rio Grande do Norte. Ou, terra insensível o Rio Grande do Norte.
Marinho Chagas está, na noite desta quarta-feira, internado na UTI do Hospital São Lucas com crise pulmonar. Infecção.
Marinho tem outras dores . Que não vale a pena citar agora. Agora é pedir, implorar, suplicar por ajuda a Marinho Chagas.
Marinho Chagas não precisa de palavras. Precisa de ação. E eu estou teclando demais. É raiva.
É repetir com revolta intensa: Quer fazer, faça em vida. Ligue para Patrícia Ribeiro de Freitas, companheira de Marinho. E que companheira fantástica. No 88615703.
Abaixo o texto de 12/04/2013:
O cara te proporciona as maiores alegrias de sua vida num dos seus times(Vasco), vira seu amigo e telefona para saber como anda a sua(minha)saúde.
É assim Geovani, o Pequeno Príncipe do Vasco.
No último papo, uma revelação que deve orgulhar a cada natalense:
- Rapaz, se eu der um pulo em Natal, faço questão de dar um abraço em Marinho Chagas. No tempo em que joguei aí no ABC(3 meses em 1996), sempre tinha um desencontro.
- Tem problema não, mas venha mesmo.
Geovani, então, me fez de ouvinte:
- Na Copa de 74, aos 10 anos, vi Marinho Chagas. Um monstro de jogar futebol. Depois, fui jogar na Alemanha(No Karlsuche, com o goleiro Oliver Kahn, em 1991) e a moral dele lá é enorme. Ele não faz ideia do prestígio que tem na Alemanha.
Disse a Geovani:
- Marinho Chagas nasceu e sempre será um menino. E menino não tem ideia de nada levado a sério no mundo.
Geovani pediu que mandasse um recado a Marinho Chagas.
Não quis dizer que recado eu não levo.
- Vou entregar um passe teu, daqueles de 40 metros. Para Marinho, é muito melhor que um recado.
- Então, diz que ele tem um velho fã capixaba.
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