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Brasília...
O grupo é jovem, só sobraram três jogadores da Copa de 2010.
Mas sabe o valor do dinheiro.
O presidente José Maria Marin descobriu isso da pior forma.
Justo ele que é nacionalista, prega amor a camisa amarela.
A 'Pátria de chuteiras'.
Ele tomou a mais inesperada investida da Seleção de Felipão.
Acabou a fábula.
O presidente da CBF foi anunciar a premiação pela Copa das Confederações.
E os jogadores não aceitaram.
Foi preciso nova negociação.
E a CBF teve de dar mais dinheiro para todos ficarem satisfeitos.
A revelação foi feita pelo capitão do Brasil, Thiago Silva.
Ele contou isso hoje aqui em Brasília.
Os primeiros valores apresentados foram considerados muito baixos.
O grupo fez uma contraproposta.
E, surpreso, Marin teve de aceitar.
A situação fica mais bizarra ainda.
O motivo é a entrevista coletiva de Marin ontem.
Ele garantiu no Rio que havia acertado a premiação.
Sem discussão.
"Posso garantir.
O que o que menos preocupa os jogadores e a comissão técnica é a premiação.
Isso já foi discutido.
Não houve o menor problema."
Thiago Silva desmoralizou a versão de José Maria Marin.

E os jogadores da Seleção estão sim preocupados com o dinheiro.
Acabou a ignorância.
Os atletas sabem muito bem qual é o prêmio para o campeão.
O vencedor receberá US$ 4,1 milhões, R$ 8,8 milhões.
O vice, US$ 3,6 milhões, R$ 7,7 milhões.
O terceiro, US$ 3 milhões, R$ 6,4 milhões.
E o quarto levará US$ 2,5 milhões, R$ 5,3 milhões.
Se o Brasil ganhar algum prêmio ele irá para a CBF.
E a entidade dará parte dele aos jogadores.
Sem querer, Thiago Silva deixou o presidente da CBF muito mal.
Sua coletiva não foi verdadeira.
Ou ele se esqueceu da negociação.
A imagem de amor incondicional à Pátria foi implodida.
Os jogadores são profissionais e querem dinheiro.
Ganhar um título com a camisa amarela no Brasil seria ótimo.
Mas desejam também suas contas bancárias aumentadas.
Acabou a fábula...
Brasília...
O grupo é jovem, só sobraram três jogadores da Copa de 2010.
Mas sabe o valor do dinheiro.
O presidente José Maria Marin descobriu isso da pior forma.
Justo ele que é nacionalista, prega amor a camisa amarela.
A 'Pátria de chuteiras'.
Ele tomou a mais inesperada investida da Seleção de Felipão.
Acabou a fábula.
O presidente da CBF foi anunciar a premiação pela Copa das Confederações.
E os jogadores não aceitaram.
Foi preciso nova negociação.
E a CBF teve de dar mais dinheiro para todos ficarem satisfeitos.
A revelação foi feita pelo capitão do Brasil, Thiago Silva.
Ele contou isso hoje aqui em Brasília.
Os primeiros valores apresentados foram considerados muito baixos.
O grupo fez uma contraproposta.
E, surpreso, Marin teve de aceitar.
A situação fica mais bizarra ainda.
O motivo é a entrevista coletiva de Marin ontem.
Ele garantiu no Rio que havia acertado a premiação.
Sem discussão.
"Posso garantir.
O que o que menos preocupa os jogadores e a comissão técnica é a premiação.
Isso já foi discutido.
Não houve o menor problema."
Thiago Silva desmoralizou a versão de José Maria Marin.
E os jogadores da Seleção estão sim preocupados com o dinheiro.
Acabou a ignorância.
Os atletas sabem muito bem qual é o prêmio para o campeão.
O vencedor receberá US$ 4,1 milhões, R$ 8,8 milhões.
O vice, US$ 3,6 milhões, R$ 7,7 milhões.
O terceiro, US$ 3 milhões, R$ 6,4 milhões.
E o quarto levará US$ 2,5 milhões, R$ 5,3 milhões.
Se o Brasil ganhar algum prêmio ele irá para a CBF.
E a entidade dará parte dele aos jogadores.
Sem querer, Thiago Silva deixou o presidente da CBF muito mal.
Sua coletiva não foi verdadeira.
Ou ele se esqueceu da negociação.
A imagem de amor incondicional à Pátria foi implodida.
Os jogadores são profissionais e querem dinheiro.
Ganhar um título com a camisa amarela no Brasil seria ótimo.
Mas desejam também suas contas bancárias aumentadas.
Acabou a fábula...
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