http://portalnoar.com/rubenslemos/
O governador Monsenhor Walfredo Gurgel cumprimenta Alberi no Estádio Juvenal Lamartine. É 1970, ano que eu nasci e trouxe sorte. O ABC quebrou um tabu de três anos e voltava ser campeão. Era o início da jornada do tetra, que terminou com o timaço de 1973: Erivan; Sabará, Edson Capitão, Telino e Anchieta; Maranhão, Danilo Menezes e Alberi; Libânio, Jorge Demolidor e Moraes.
Em 1970, o Monsenhor estava em seu penúltimo ano de Governo. Saiu em 1971, Ditadura que impedia eleições para sucedê-lo e morreu no mesmo ano, de câncer.
Monsenhor Walfredo foi um Alberi de batina. Um craque. E sortudo. Estava quieto em Caicó, quando foram buscá-lo para ser vice de Aluízio Alves em 1960. Naquele tempo, se votava no governador e no vice e o Monsenhor conseguiu superar a votação do mito Aluízio. Em 1962, Monsenhor é senador e em 1965, ganha a disputa para o Governo do Estado contra Dinarte Mariz.
O Monsenhor gostava de futebol. Torcia pelo Alecrim e pelo Vasco. E foi cumprimentar Alberi, um deus praiano do Pina, em Recife(PE), que veio operar seus milagres em terras potiguares.
Alberi e o Monsenhor Walfredo Gurgel. Uma foto mágica de dois consagrados. Inesquecíveis, daí recordá-los é um dever. É História. É Justiça.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Os comentários serão avaliados antes de serem liberados