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A reabertura é fruto de um acordo realizado em audiência
na Justiça Federal no mês de maio, com a presença do juiz federal Fábio
Bezerra, do prefeito Ivan Júnior, de representantes do Instituto Chico Mendes,
do Idema e da Procuradoria do Estado. No acordo firmado foi definido que o
atual abatedouro permanecerá em atividade até dezembro de 2016, até lá, a
Prefeitura do Assú construirá uma nova estrutura em outro local.
A reabertura é fruto de um acordo realizado em audiência
na Justiça Federal no mês de maio, com a presença do juiz federal Fábio
Bezerra, do prefeito Ivan Júnior, de representantes do Instituto Chico Mendes,
do Idema e da Procuradoria do Estado. No acordo firmado foi definido que o
atual abatedouro permanecerá em atividade até dezembro de 2016, até lá, a
Prefeitura do Assú construirá uma nova estrutura em outro local.
Com o funcionamento do matadouro a partir desta
quarta-feira dia 10, a população do Assú, que consome a carne comercializada no
mercado público e em diversos outros estabelecimentos comerciais, voltará a ter
certeza de está consumindo um produto que chegou a sua mesa após ser
inspecionado e certificado.
O abatedouro público do Assú tem uma das melhores
estruturas do Rio Grande do Norte e o seu fechamento, em dezembro de 2012, foi
uma surpresa para a prefeitura, pois o mesmo atendia e atende a todas as exigências
sanitárias e ambientais do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio
Ambiente – IDEMA, conforme rege a legislação federal, mesmo assim, a
administração municipal trabalhou quase seis meses para ter a questão
resolvida. Durante este período os animais foram abatidos em locais inadequados
levando risco a saúde da população.
Com vistas a reabertura e com o objetivo de otimizar os
serviços, em 26 de junho passado o prefeito Ivan Júnior, o vice-prefeito
Eurimar Nóbrega e a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Rural, estiveram
reunidos com os machantes e em conjunto foram definidas normas para o bom
funcionamento do abatedouro.
Além de Assú, o matadouro deverá atender também a outras
cidades da região que estão com suas estruturas interditadas.
SEACOM - PMA.
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