A falta de aval desses órgãos foi usada como argumento pelo Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) e pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) para acusarem a empresa de ser uma pirâmide financeira.
Esse fato, porém, não invalida o que o MPF-GO considera ser seu argumento central: o de que a empresa vendeu 1 milhão de rastreadores, mas só adquiriu 69 mil junto ao fornecedor. A venda de produtos sem a capacidade de entregá-los foi o mesmo problema encontrado na Avestruz Master, que causou prejuízos a 40 mil pessoas.
Do Portal IG
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Os comentários serão avaliados antes de serem liberados