http://tribunadonorte.com.br
A Secretaria Municipal de Saúde trabalha com duas hipóteses sobre as causas da morte de Heitor Robson Lucena, de seis anos: os primeiros dados colhidos na investigação apontam que a criança pode ter sido acometida de dengue ou de uma síndrome respiratória aguda grave. As amostras foram enviadas ao Laboratório Central de Referência do Estado (Lacen) e o resultado deve ficar pronto em duas semanas.
Membros do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância e Saúde (Cievs), da Secretaria Municipal de Saúde começaram as investigações na manhã desta segunda-feira (19). De acordo com Aila Maropo, chefe da Vigilância Epidemiológica da Secretaria, a notificação chegou no domingo à noite na SMS.
Para o procedimento, a equipe do Cievs foi ao hospital onde a criança morreu, para investigar prontuários e a história clínica do paciente. “Além do hospital, a família é procurada para traçar o histórico clínico completo”, explica Maropo. “Também serão realizados exames laboratoriais para constatar os agentes e o que causou o óbito do paciente”, disse.
A diretora do colégio CEI-Romualdo Galvão, Maria Lúcia Andrade, onde a criança estudava, considera “um fato atípico, uma morte muito violenta, mas não há nenhum indício de que a contaminação ocorreu na escola”, como alegado nas redes sociais nesse domingo (18). Ela afirma também que pediatras e infectologistas foram consultados e que “a escola fará qualquer coisa que os órgãos competentes indiquem”.
Nesta segunda-feira, um dia após o falecimento de Heitor, o colégio registrou uma frequência de aproximadamente 80% do registro comum. “Essa queda é normal após o ocorrido, mas a escola não considera significativa”, disse Maria Lúcia. “Houve um pânico desnecessário”, avalia. Antes do início das aulas foi realizada uma homenagem ao menino, com um minuto de silêncio e uma oração.
O infectologista Kléber Luz foi contactado e, segundo o tio da criança, coletou material para análise. Quando procurado, o médico preferiu não se pronunciar sobre o caso, mas confirmou que foi procurado pela secretaria de Saúde.
De acordo com André Luciano Prudente, infectologista e presidente da Sociedade Riograndense do Norte de Infectologia, a doença ainda está sendo investigada. “Considera-se a possibilidade de uma pneumonia hemorrágica, mas ainda serão feitos exames”, disse. O médico acompanha as investigações que começaram ontem e afirmou que foram solicitadas algumas análises para identificação de vírus e bactérias mas, por serem mais apurados, levam alguns dias para serem concluídos. “Devemos ter algum resultado ainda nesta semana”, avalia.
Prudente também garantiu que, a doença não impõe riscos porque ainda não foi constatado qual doença levou Heitor a óbito. “Ele adoeceu, veio a óbito, mas ninguém pode falar que a infecção ocorreu na escola. Não há indícios de que a doença era transmissível. A recomendação é evitar que as crianças doentes frequentem a escola para poupar os colegas”, disse.
Ele afirma ainda que não há outros casos semelhantes e que diversas pediatrias da cidade foram consultadas. De acordo com o infectologista, nenhuma tem registros de mortes ou internações com características similares.
Heitor Robson Lucena, de seis anos, faleceu na madrugada de domingo, após ser internado no início do sábado com dores de cabeça e vômito. Desde a internação, segundo o tio da criança, o jornalista Roberto Lucena, o quadro só piorou.
“Ele foi internado, piorou, foi para a UTI [Unidade de Terapia Intensiva] do hospital, teve assistência, mas não estava reagindo às medicações”, conta. O sepultamento de Heitor ocorreu ao meio dia de domingo, no Cemitério Morada da Paz, em Emaús.
A Secretaria Municipal de Saúde trabalha com duas hipóteses sobre as causas da morte de Heitor Robson Lucena, de seis anos: os primeiros dados colhidos na investigação apontam que a criança pode ter sido acometida de dengue ou de uma síndrome respiratória aguda grave. As amostras foram enviadas ao Laboratório Central de Referência do Estado (Lacen) e o resultado deve ficar pronto em duas semanas.
Membros do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância e Saúde (Cievs), da Secretaria Municipal de Saúde começaram as investigações na manhã desta segunda-feira (19). De acordo com Aila Maropo, chefe da Vigilância Epidemiológica da Secretaria, a notificação chegou no domingo à noite na SMS.
Para o procedimento, a equipe do Cievs foi ao hospital onde a criança morreu, para investigar prontuários e a história clínica do paciente. “Além do hospital, a família é procurada para traçar o histórico clínico completo”, explica Maropo. “Também serão realizados exames laboratoriais para constatar os agentes e o que causou o óbito do paciente”, disse.
A diretora do colégio CEI-Romualdo Galvão, Maria Lúcia Andrade, onde a criança estudava, considera “um fato atípico, uma morte muito violenta, mas não há nenhum indício de que a contaminação ocorreu na escola”, como alegado nas redes sociais nesse domingo (18). Ela afirma também que pediatras e infectologistas foram consultados e que “a escola fará qualquer coisa que os órgãos competentes indiquem”.
Nesta segunda-feira, um dia após o falecimento de Heitor, o colégio registrou uma frequência de aproximadamente 80% do registro comum. “Essa queda é normal após o ocorrido, mas a escola não considera significativa”, disse Maria Lúcia. “Houve um pânico desnecessário”, avalia. Antes do início das aulas foi realizada uma homenagem ao menino, com um minuto de silêncio e uma oração.
O infectologista Kléber Luz foi contactado e, segundo o tio da criança, coletou material para análise. Quando procurado, o médico preferiu não se pronunciar sobre o caso, mas confirmou que foi procurado pela secretaria de Saúde.
De acordo com André Luciano Prudente, infectologista e presidente da Sociedade Riograndense do Norte de Infectologia, a doença ainda está sendo investigada. “Considera-se a possibilidade de uma pneumonia hemorrágica, mas ainda serão feitos exames”, disse. O médico acompanha as investigações que começaram ontem e afirmou que foram solicitadas algumas análises para identificação de vírus e bactérias mas, por serem mais apurados, levam alguns dias para serem concluídos. “Devemos ter algum resultado ainda nesta semana”, avalia.
Prudente também garantiu que, a doença não impõe riscos porque ainda não foi constatado qual doença levou Heitor a óbito. “Ele adoeceu, veio a óbito, mas ninguém pode falar que a infecção ocorreu na escola. Não há indícios de que a doença era transmissível. A recomendação é evitar que as crianças doentes frequentem a escola para poupar os colegas”, disse.
Ele afirma ainda que não há outros casos semelhantes e que diversas pediatrias da cidade foram consultadas. De acordo com o infectologista, nenhuma tem registros de mortes ou internações com características similares.
Heitor Robson Lucena, de seis anos, faleceu na madrugada de domingo, após ser internado no início do sábado com dores de cabeça e vômito. Desde a internação, segundo o tio da criança, o jornalista Roberto Lucena, o quadro só piorou.
“Ele foi internado, piorou, foi para a UTI [Unidade de Terapia Intensiva] do hospital, teve assistência, mas não estava reagindo às medicações”, conta. O sepultamento de Heitor ocorreu ao meio dia de domingo, no Cemitério Morada da Paz, em Emaús.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Os comentários serão avaliados antes de serem liberados