O advogado defende que o governo é
corresponsável pelos danos que a suspensão dos serviços da Telexfree têm
causado aos investidores, já que as pessoas só entraram para a empresa
porque os governos federal e estadual permitiram que ela funcionasse de
forma legal.
Fortes acredita que a Justiça não
pretende voltar atrás na decisão e que o único modo de as pessoas
lesadas recuperarem o prejuízo é acionar a União. “Realmente a Telexfree
é uma pirâmide financeira. Ela é fictícia. Não tem loja, prédio ou
sede. A empresa é virtual, não tem telefone e ninguém sabe quem são os
gerentes. As pessoas prejudicadas não vão ter o dinheiro de volta. Isso
só acontecerá se processarem a União”, avaliou.
O estado da Bahia, a Associação de
Proteção aos Investidores de Multinível (Apim) tenta fazer com que ao
menos os investidores já cadastrados recuperem o dinheiro despendido.
O presidente do grupo, Felipe Senna, afirmou que enviaria ao Acre uma comitiva de quatro advogados para tentar intervir no caso.
informações do site Bahia Notícias
Fonte: Ac24Horas

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