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Em
entrevista ao Blog do Marcos Dantas, a promotora de Justiça Érica
Canuto, que é a coordenadora do Núcleo de Apoio à Mulher Vítima de
Violência Doméstica e
Familiar, e que coordenou reunião em Caicó nesta quinta-feira (19) falou da triste realidade de violência, enfrentada pelas mulheres dentro de suas próprias casas. Érica usou dados de um recente Mapa da Violência Contra a Mulher onde em cada 100 mulheres que morrem de mortes violentas, 97 morreram no ambiente doméstico.
“Ou seja, a mulher corre risco em casa, morre vítima da pessoa que ela mais ama, de quem tem afetividade, o seu algoz está dentro de casa. Então é importante que essa politica seja direcionada a esse ambienta, a quebra desse modelo machista, que separa, que diz quais são os papeis, o modelo que coloca a mulher na condição de submissão, de controle”, explicou.
No encontro, a promotora aproveitou a presença de alguns prefeitos do Seridó e reforçou a importância de que os municípios criem suas politicas públicas, e procurem financiamento já existentes através do Governo Federal. “Existe uma politica nacional em relação a Mulher e a gente quer que os Municípios entrem nessa politica, e ele precisa se alinhar e criar os organizamos para criar conexão com o Governo Federal, que tem projetos e politicas direcionadas para as mulheres, para isso a gente tem financiamento, basta que o Municipio se interesse”.
Apesar da atuação do Núcleo estar direcionada para a violência doméstica, a promotora apontou na entrevistas outros exemplos de violências sofridas diariamente pelas mulheres. “A gente tem a violência institucional quando ela vai numa delegacia é não é atendida, quando ela tem a porta fechada para um ambiente de emprego, quando ela vai num hospital e não é atendida. É preciso dar um basta nisso tudo, e acabar com aquela idéia de que em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”, finalizou.
Familiar, e que coordenou reunião em Caicó nesta quinta-feira (19) falou da triste realidade de violência, enfrentada pelas mulheres dentro de suas próprias casas. Érica usou dados de um recente Mapa da Violência Contra a Mulher onde em cada 100 mulheres que morrem de mortes violentas, 97 morreram no ambiente doméstico.
“Ou seja, a mulher corre risco em casa, morre vítima da pessoa que ela mais ama, de quem tem afetividade, o seu algoz está dentro de casa. Então é importante que essa politica seja direcionada a esse ambienta, a quebra desse modelo machista, que separa, que diz quais são os papeis, o modelo que coloca a mulher na condição de submissão, de controle”, explicou.
No encontro, a promotora aproveitou a presença de alguns prefeitos do Seridó e reforçou a importância de que os municípios criem suas politicas públicas, e procurem financiamento já existentes através do Governo Federal. “Existe uma politica nacional em relação a Mulher e a gente quer que os Municípios entrem nessa politica, e ele precisa se alinhar e criar os organizamos para criar conexão com o Governo Federal, que tem projetos e politicas direcionadas para as mulheres, para isso a gente tem financiamento, basta que o Municipio se interesse”.
Apesar da atuação do Núcleo estar direcionada para a violência doméstica, a promotora apontou na entrevistas outros exemplos de violências sofridas diariamente pelas mulheres. “A gente tem a violência institucional quando ela vai numa delegacia é não é atendida, quando ela tem a porta fechada para um ambiente de emprego, quando ela vai num hospital e não é atendida. É preciso dar um basta nisso tudo, e acabar com aquela idéia de que em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”, finalizou.
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