da Silva, o Siel, para matar Titico, assim como também, meses antes, para matar Aldo Alves da Silva (irmão de Titico), tambémem Caraúbas. Por estes crimes, cada um teria recebido a quantia de R$ 2 mil. Titico e Aldo teriam sido assassinados por Siel e Edson, segundo consta no processo, a mando de Preto de Benedito, que, a exemplo de Siel, também está foragido. Preto tem convicção de que Aldo e Titico teriam mando matar Benedito, seu pai. Na época do crime, a polícia Civil conseguiu identificar e prender Edson e inclusive apreender os dois revólveres usados no crime. Na delegacia, Edson citou uma lista de nomes que seriam assassinados em Caraúbas e região além dos irmãos Titico e Aldo. Marcados para morrer, segundo contou Edson: um membro da família Veras (Antonio Veras), comerciante Wilson Praxedes, Nem de Otacílio (Francisco de Lima), o Tenente PM Brilhante, entre outros. Destes, Praxedes escapou de um atentado violento em sua casa. Nem e Antônio Veras foram executados. O tenente PM Brilhante, que hoje é comandante da PM em Apodi, disse que providências foram adotadas em prol de sua segurança. Na prisão, a polícia interceptou ligações de Edson para sua namorada e mãe marcando outras pessoas para morrer, entre elas o policial militar Tyronne Ferreira Dias e a juíza Ilná Feijão, e revelou com a própria voz que não ia "comer a cadeia" sozinho. Siel iria ser punido também. No Tribunal do Júri Popular sob a presidência do juiz Henrique Baltazar Vilar do Santos, Edson Linhares negou participação no crime. Entretanto, o promotor de justiça Hermínio Sousa Perez Junior mostrou provas no processo que não deixaram dúvidas quanto a participação direta do réu no homicídio. O promotor de Justiça pediu a condenação do réu por homicidio qualificado. Ele disse que o réu mostrou entrosamento nas escutas telefônicas autorizadas pela Justiça que faz parte de uma numerosa quadrilha de matadores e assaltantes. Edson Linhares teve sua tese de defesa (negando o crime) em plenário exposta pelo defensor público José Alberto Silva Calazaens, da Comarca de Parnamirim. Após os debates, o presidente do TJP, juiz Henrique Baltazar Villar dos Santos, convocou o Conselho de Sentença a Sala Secreta, onde foi votado pela condenação do réu por homicidio qualificado a 15 anos de prisão e a dois anos e meio por posse de armas de fogo. Confira Sentença na ÍNTEGRA. Sobre a morte de Aldo Alves da Silva e possíveis outros crimes do réu, o juiz presidente do TJP, Henrique Baltazar explicou que estes certamente são processos a parte devendo ir a julgamento conforme previsto em Lei.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Pistoleiro pega 17 anos de prisão por ter matado comerciante por 2 mil reais
da Silva, o Siel, para matar Titico, assim como também, meses antes, para matar Aldo Alves da Silva (irmão de Titico), tambémem Caraúbas. Por estes crimes, cada um teria recebido a quantia de R$ 2 mil. Titico e Aldo teriam sido assassinados por Siel e Edson, segundo consta no processo, a mando de Preto de Benedito, que, a exemplo de Siel, também está foragido. Preto tem convicção de que Aldo e Titico teriam mando matar Benedito, seu pai. Na época do crime, a polícia Civil conseguiu identificar e prender Edson e inclusive apreender os dois revólveres usados no crime. Na delegacia, Edson citou uma lista de nomes que seriam assassinados em Caraúbas e região além dos irmãos Titico e Aldo. Marcados para morrer, segundo contou Edson: um membro da família Veras (Antonio Veras), comerciante Wilson Praxedes, Nem de Otacílio (Francisco de Lima), o Tenente PM Brilhante, entre outros. Destes, Praxedes escapou de um atentado violento em sua casa. Nem e Antônio Veras foram executados. O tenente PM Brilhante, que hoje é comandante da PM em Apodi, disse que providências foram adotadas em prol de sua segurança. Na prisão, a polícia interceptou ligações de Edson para sua namorada e mãe marcando outras pessoas para morrer, entre elas o policial militar Tyronne Ferreira Dias e a juíza Ilná Feijão, e revelou com a própria voz que não ia "comer a cadeia" sozinho. Siel iria ser punido também. No Tribunal do Júri Popular sob a presidência do juiz Henrique Baltazar Vilar do Santos, Edson Linhares negou participação no crime. Entretanto, o promotor de justiça Hermínio Sousa Perez Junior mostrou provas no processo que não deixaram dúvidas quanto a participação direta do réu no homicídio. O promotor de Justiça pediu a condenação do réu por homicidio qualificado. Ele disse que o réu mostrou entrosamento nas escutas telefônicas autorizadas pela Justiça que faz parte de uma numerosa quadrilha de matadores e assaltantes. Edson Linhares teve sua tese de defesa (negando o crime) em plenário exposta pelo defensor público José Alberto Silva Calazaens, da Comarca de Parnamirim. Após os debates, o presidente do TJP, juiz Henrique Baltazar Villar dos Santos, convocou o Conselho de Sentença a Sala Secreta, onde foi votado pela condenação do réu por homicidio qualificado a 15 anos de prisão e a dois anos e meio por posse de armas de fogo. Confira Sentença na ÍNTEGRA. Sobre a morte de Aldo Alves da Silva e possíveis outros crimes do réu, o juiz presidente do TJP, Henrique Baltazar explicou que estes certamente são processos a parte devendo ir a julgamento conforme previsto em Lei.
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