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Brasília - A primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve questões que exigiram o domínio do conteúdo, segundo a análise do especialista em Enem e presidente de honra do Cursinho Henfil de São Paulo, Mateus Prado. Ele disse que neste
ano, havia menos questões que dependiam apenas da interpretação, mas que o conteúdo cobrado foi o básico.
Brasília - A primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve questões que exigiram o domínio do conteúdo, segundo a análise do especialista em Enem e presidente de honra do Cursinho Henfil de São Paulo, Mateus Prado. Ele disse que neste
ano, havia menos questões que dependiam apenas da interpretação, mas que o conteúdo cobrado foi o básico.
"Foi uma prova tranquila", diz. No primeiro dia do Enem, os candidatos responderam a 90 questões de ciências humanas - história, geografia, filosofia e sociologia - e de ciências da natureza - química, física e biologia. Para aqueles que fizeram o exame, a parte de física foi a mais difícil. "É difícil em relação ao preparo do aluno médio, mas não foram cobrados conteúdos muito aprofundados", diz Prado.
O professor resolveu o caderno rosa de questões. Entre as questões, destaca a que trata dos Indignados espanhóis, que, em 2011, manifestaram o descontentamento político dos jovens frente à crise econômica que atingiu o Continente Europeu. A questão, segundo Prado, faz uma alusão às manifestações de junho e julho, no Brasil.
Outra questão fala sobre a distribuição de terras e remete à grandes construções como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A construção da usina é ponto de polêmica. Indígenas e populações ribeirinhas que vivem no local mostraram-se contrárias à obra. "Foi uma situação que colocou o governo contra a parede. Mesmo que não emita um posicionamento, geralmente o Enem não tem questões desse tipo". Prado destaca também a questão que trata da ampliação de direitos civis de homossexuais nos Estados Unidos. De acordo com ele, o exame já tinha, em edições anteriores, tratado da tolerância com a orientação sexual. Outros assuntos tratados na prova foram Palestina, protestos na Europa, disputa de terras indígenas e África.
O professor resolveu o caderno rosa de questões. Entre as questões, destaca a que trata dos Indignados espanhóis, que, em 2011, manifestaram o descontentamento político dos jovens frente à crise econômica que atingiu o Continente Europeu. A questão, segundo Prado, faz uma alusão às manifestações de junho e julho, no Brasil.
Outra questão fala sobre a distribuição de terras e remete à grandes construções como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A construção da usina é ponto de polêmica. Indígenas e populações ribeirinhas que vivem no local mostraram-se contrárias à obra. "Foi uma situação que colocou o governo contra a parede. Mesmo que não emita um posicionamento, geralmente o Enem não tem questões desse tipo". Prado destaca também a questão que trata da ampliação de direitos civis de homossexuais nos Estados Unidos. De acordo com ele, o exame já tinha, em edições anteriores, tratado da tolerância com a orientação sexual. Outros assuntos tratados na prova foram Palestina, protestos na Europa, disputa de terras indígenas e África.
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