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Delegado marcou procedimento para a próxima quarta-feira (20), na DEAV.
Filho da vítima e taxista que ajudou motorista a fugir ficarão frente a frente.
O filho da autônoma Kelly Cristina de Souza, de 46 anos, morta em
consequência de um acidente na madrugada do dia 9 deste mês – fato
ocorrido na saída de um hotel na Via
Costeira, em Natal – ficará frente a frente com o taxista que ajudou a se evadir do local o motorista suspeito de ter causado a colisão. O motorista é dono de um Honda Civic, tem 30 anos e nasceu no Rio de Janeiro, mas não teve o nome revelado porque ainda é considerado suspeito. O delegado Sérgio Leocádio, titular da Delegacia Especializada em Acidentes de Veículos (DEAV), confirmou ao G1 que a acareação foi agendada para a próxima quarta-feira (20).
Costeira, em Natal – ficará frente a frente com o taxista que ajudou a se evadir do local o motorista suspeito de ter causado a colisão. O motorista é dono de um Honda Civic, tem 30 anos e nasceu no Rio de Janeiro, mas não teve o nome revelado porque ainda é considerado suspeito. O delegado Sérgio Leocádio, titular da Delegacia Especializada em Acidentes de Veículos (DEAV), confirmou ao G1 que a acareação foi agendada para a próxima quarta-feira (20).
Segundo a polícia, o carro que a mulher dirigia, um Siena, foi atingido
por um Honda Civic em frente ao hotel Vila do Mar. Ela tinha acabado de
pegar o filho no hotel, onde havia uma festa. O rapaz que participará da
acareação não se machucou gravemente. No carro do motorista do Honda
Civic, que não teve o nome revelado, policiais militares do Comando de
Policiamento Rodoviário Estadual encontraram garrafas de bebida
alcoólica. Kelly ainda foi socorrida com vida, mas morreu quatro dias
depois na UTI do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Segundo a
assessoria do hospital, ela sofreu afundamento do tórax e traumatismo
craniano.
No mesmo dia do acidente, já no final da tarde, o condutor do Honda se
apresentou à polícia, prestou depoimento e foi liberado em seguida. Na
Delegacia de Plantão da zona Sul de Natal, onde a investigação foi
iniciada, o suspeito ainda fez teste de bafômetro. “O resultado deu
positivo, mas como o nível de álcool ficou abaixo do tolerado pela
legislação (que é de até 0,34 miligramas de álcool por litro de ar ou de
6 decigramas por litro de sangue) ele foi liberado e vai responder
administrativamente pelo acidente”, explicou o delegado Pedro Paulo
Falcão.
Quanto à informação de que o motorista teria fugido em um táxi, Falcão
limitou-se a dizer que o suspeito relatou que estava em um hospital da
cidade, pois também teria sofrido lesões com o impacto da batida. “Se
fugiu eu não sei. Mas, se tivesse mesmo alguma coisa a temer, ele não
teria se apresentado por livre e espontânea vontade”, ressaltou o
delegado.
Após o motorista do Honda ser ouvido, o inquérito foi instaurado e
enviado para a Delegacia Especializada em Acidentes de Veículo. O
delegado Sérgio Leocádio disse que, após a acareação desta quarta,
possivelmente intimará o motorista para que ele preste novo depoimento.
Kelly Cristina de Souza era autônoma e trabalhava no ramo de confecções
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