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Há um ano o torcedor brasileiro, principalmente o do São Paulo, chorava a morte de um grande craque: Roberto Dias Branco. No dia 26 de setembro de 2007, Roberto Dias não resistiu a uma parada cardio-respiratória. O futebol refinado de Dias encantou os amantes do futebol nos anos 60 e 70. Acima, ele com a camisa da
seleção brasileira de 1963. Em pé: Lima, Zito, Roberto Dias, Rildo, Eduardo e Gylmar. Agachados: o massagista Mário Américo, Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. E olha que era quase uma seleção santista, hein? Mas Dias, craque do São Paulo, estava lá.

A segunda foto mostra Dias, com a camisa do São Paulo, cumprimentando o árbitro Armando Marques, no começo da década de 70.

A última foto, o zagueiro muito jovem em time são-paulino dos anos 60. Em pé: Renato, Edílson, Roberto Dias, Lourival, Jurandir e Picasso. Agachados: Walter Zum-Zum, Adilson, Djair, Nenê e Paraná.

Há um ano o torcedor brasileiro, principalmente o do São Paulo, chorava a morte de um grande craque: Roberto Dias Branco. No dia 26 de setembro de 2007, Roberto Dias não resistiu a uma parada cardio-respiratória. O futebol refinado de Dias encantou os amantes do futebol nos anos 60 e 70. Acima, ele com a camisa da
seleção brasileira de 1963. Em pé: Lima, Zito, Roberto Dias, Rildo, Eduardo e Gylmar. Agachados: o massagista Mário Américo, Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. E olha que era quase uma seleção santista, hein? Mas Dias, craque do São Paulo, estava lá.
A segunda foto mostra Dias, com a camisa do São Paulo, cumprimentando o árbitro Armando Marques, no começo da década de 70.
A última foto, o zagueiro muito jovem em time são-paulino dos anos 60. Em pé: Renato, Edílson, Roberto Dias, Lourival, Jurandir e Picasso. Agachados: Walter Zum-Zum, Adilson, Djair, Nenê e Paraná.
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