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Esta proposta se constituiu em uma ação de capacitação do agricultor familiar visando à articulação dos diversos elos
da cadeia produtiva do cajueiro, agregando valores e assim, minimizando sua independência financeira dos intermediários na comercialização dos produtos, se inserindo no agronegócio da cultura do cajueiro.
Esta cartilha contém orientações básicas, partindo da escolha da terra, aplicação de calcário, necessidade de chuvas, manejo do cajueiro anão precoce, pragas e doenças de maior relevância, procedimentos na colheita e pós-colheita, aproveitamento do caju como um todo, formulação de ração, qualidade da castanha, opções de mercado e comercialização.
Finalmente, acredita-se que a apropriação dessas tecnologias pelo produtor se constitua num real instrumento de alavancagem da sua condição socioeconômica influenciando positivamente a economia do Estado e favorecendo a dinamização do segmento agroindustrial do Rio Grande do Norte.
APRESENTAÇÃO.
Na análise de problemas e definição de prioridades para a cultura do cajueiro, a EMPARN juntamente com o SEBRAE, Fundação do Banco do Brasil e agricultores familiares estabelecidos no “guarda chuva” das associações, trabalharam em uma parceria efetiva na geração, estabilização e difusão das tecnologias preconizadas (produção de mudas enxertadas de cajueiro, substituição de copas de cajueiros improdutivos e o uso de resíduos de pedúnculo de caju na suplementação alimentar e engorda de ovinos e caprinos na estação seca do ano).
Esta proposta se constituiu em uma ação de capacitação do agricultor familiar visando à articulação dos diversos elos
da cadeia produtiva do cajueiro, agregando valores e assim, minimizando sua independência financeira dos intermediários na comercialização dos produtos, se inserindo no agronegócio da cultura do cajueiro.
Esta cartilha contém orientações básicas, partindo da escolha da terra, aplicação de calcário, necessidade de chuvas, manejo do cajueiro anão precoce, pragas e doenças de maior relevância, procedimentos na colheita e pós-colheita, aproveitamento do caju como um todo, formulação de ração, qualidade da castanha, opções de mercado e comercialização.
Finalmente, acredita-se que a apropriação dessas tecnologias pelo produtor se constitua num real instrumento de alavancagem da sua condição socioeconômica influenciando positivamente a economia do Estado e favorecendo a dinamização do segmento agroindustrial do Rio Grande do Norte.
José Geraldo Medeiros da Silva - Presidente
Quer saber mais: Leia Cajueiro Vivendo e Aprendendo
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