RIO - Um dos jovens acusados de ter participado do lançamento do
rojão que atingiu a cabeça do cinegrafista da Bandeirantes Santiago
Ilídio Andrade, durante protesto na Central do Brasil, quinta-feira
passada, apresentou-se na 16 DP (Barra) na madrugada deste sábado. Fábio
Raposo, que aparece em imagens feitas pela imprensa usando bermuda
preta, disse que encontrou o artefato no chão e repassou para o outro
homem que aparece em fotografias usando calça jeans e camisa cinza suada
nas costas. O suspeito está sendo procurado pela polícia, que procura
imagens de câmeras de segurança da região, que possam ajudar nessa
identificação.
Fábio contou em depoimento, acompanhado por advogado, que não foi o responsável pelo lançamento, e que não conhece o outro jovem. Segundo o delegado titular da 17 DP (São Cristóvão), Maurício Luciano, que investiga o caso, apesar de ele alegar que não acionou o explosivo, foi indiciado por tentativa de homicídio e pelo crime de explosão. Em entrevista à GloboNews, Fábio admite que era ela o jovem de bermuda preta, identificado nas imagens:
- Sim, era eu. As fotos que foram apresentadas nas mídia era eu sim. Eu era o de camisa, bermuda e tênis, com tatuagens. Era eu passando o artefato sim, para o outro indivíduo, mas o artefato não era meu, Quero deixar isso bem claro. O artefato não era meu.
O rapaz conta que estava na manifestação, viu uma confusão, foi lá conferir e viu um artefato cair.
- Quando cheguei houve um corre-corre, fui ver o que estava acontecendo, estava havendo confronto entre PMs e manifestantes. Como estavam jogando bombas de gás, coloquei a máscara para minha proteção. Fui até lá ver confronto e, neste momento, vi que um rapaz correndo deixou uma bomba cair, um negócio preto. Eu peguei e fiquei com ela não mão. Este outro cara disse: passa para mim que eu vou e jogo. Foi só isso - afirmou à GloboNews.
Segundo o jovem, ele não teve em nenhum momento intenção de machucar ninguém.
- Em momento algum vou para manifestações para quebrar coisas, bater em polícia, jogar pedras. Não fui eu. Não tive a intenção de machucar nenhum repórter. Estou vindo aqui porque estou assustado por minha foto ter sido divulgada em mídias internacionais. Inclusive recebi até ligações de pessoas deconhecidas, de manifetantes, de grupos, pedindo para eu assumir o caso e falar que fui eu, tentando me obrigar - contou.
Ele pediu desculpas à família do cinegrafista:
- Quero o bem do repórter que está em coma. A família dele. Não sei o que falar. Melhoras aí para ele.
Fábio contou em depoimento, acompanhado por advogado, que não foi o responsável pelo lançamento, e que não conhece o outro jovem. Segundo o delegado titular da 17 DP (São Cristóvão), Maurício Luciano, que investiga o caso, apesar de ele alegar que não acionou o explosivo, foi indiciado por tentativa de homicídio e pelo crime de explosão. Em entrevista à GloboNews, Fábio admite que era ela o jovem de bermuda preta, identificado nas imagens:
- Sim, era eu. As fotos que foram apresentadas nas mídia era eu sim. Eu era o de camisa, bermuda e tênis, com tatuagens. Era eu passando o artefato sim, para o outro indivíduo, mas o artefato não era meu, Quero deixar isso bem claro. O artefato não era meu.
O rapaz conta que estava na manifestação, viu uma confusão, foi lá conferir e viu um artefato cair.
- Quando cheguei houve um corre-corre, fui ver o que estava acontecendo, estava havendo confronto entre PMs e manifestantes. Como estavam jogando bombas de gás, coloquei a máscara para minha proteção. Fui até lá ver confronto e, neste momento, vi que um rapaz correndo deixou uma bomba cair, um negócio preto. Eu peguei e fiquei com ela não mão. Este outro cara disse: passa para mim que eu vou e jogo. Foi só isso - afirmou à GloboNews.
Segundo o jovem, ele não teve em nenhum momento intenção de machucar ninguém.
- Em momento algum vou para manifestações para quebrar coisas, bater em polícia, jogar pedras. Não fui eu. Não tive a intenção de machucar nenhum repórter. Estou vindo aqui porque estou assustado por minha foto ter sido divulgada em mídias internacionais. Inclusive recebi até ligações de pessoas deconhecidas, de manifetantes, de grupos, pedindo para eu assumir o caso e falar que fui eu, tentando me obrigar - contou.
Ele pediu desculpas à família do cinegrafista:
- Quero o bem do repórter que está em coma. A família dele. Não sei o que falar. Melhoras aí para ele.
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