Wallyson superou fratura e até ameaça de morte pra virar herói do Fogão
"Vou fazer história aqui. Tenho fé nisso. Estou concentrado no objetivo de ter muitas alegrias no Botafogo. A felicidade é enorme de começar uma Libertadores fazendo três gols. Foi uma noite especial para mim e para o clube. Agora temos que continuar forte o trabalho, porque na terça já temos outro jogo importante (contra o San Lorenzo, no Maracanã) e precisamos ganhar", afirmou ‘Wallyshow', artilheiro da Libertadores em 2011 pelo Cruzeiro, com sete gols, mas depois teve duas temporadas apagadas.
Confirmado como titular apenas na véspera do duelo com o Deportivo, Wallyson ganhou a vaga. Para provar que não é ‘ruim da cabeça', o técnico Eduardo Hungaro já tratou de garantir o herói entre os 11 que começarão jogando contra o San Lorenzo: "Ele mostrou em poucos treinos que nos daria uma situação diferente. Precisávamos utilizá-lo, apesar de ter chegado depois. Teve uma grande atuação, fez três gols e esperamos que dê continuidade. Se tirá-lo do time, vou ser chamado de louco."
Na mira de bandidos
Um drama fora dos gramados quase abreviou a carreira de Wallyson. Em janeiro de 2013, o atacante foi ameaçado de morte por assaltantes que invadiram a sua casa em Natal (RN). A mãe, dois irmãos e uma empregada do jogador também estavam na residência, mas só ele foi agredido. "Eu estava dormindo no sofá e já acordei com um tapa. Acordei atordoado, foi quando ele me deu uma coronhada e disse que era um assalto", contou Wallyson.
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