terça-feira, 25 de março de 2014

Não tenho medo: Mais uma perseguição do MP comigo

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Antes que os blogs babões a serviço dos caciques publiquem, ou a própria assessoria de imprensa da Justiça Federal  que é feita por uma jornalista que também é empregada da Tribuna do Norte e Rádio Cabugi, onde faz um programa co Agnelo Alves, como minha vida é pública, embora não esteja ocupando nenhuma função pública, mas sendo ativista politico na condição de blogueiro deixando bem claro o que acontece na minha vida para não ser vitima da imprensa controlada pelos caciques que manipulam o nosso RN..
Por causa da minha independência e disposição de mostrar a verdade que ocorre aqui no Estado, tenho sido alvo das mais diversas tentativas de perseguição..
No final do ano passado, na véspera do recesso judiciário, tentaram me prender alegando atraso de pagamento de pensão alimentícia.. Tive que fugir para ganhar tempo e juntar as provas que elas estavam em dia.. Já afastaram meus filhos da minha convivência três vezes, sem motivos, desconsiderando até os pareceres das psicologas da justiça que recomenda até o aumento da minha convivência com eles..
A sanha da perseguição não para…
Veja essa história:
Em 1979, eu com 19 anos casei com Ruyma Mansur Pereira, depois de termos namorado por 3 anos.. Muito jovens, sem estrutura e sem muita responsabilidade, o casamento ainda conseguiu atingir os 7 anos..
Depois da separação, sempre mantive com ela e com a família uma relação de muita amizade.. Tenho pelo pai dela, Ruy Pereira, amizade e carinho..
Ocorre que depois da minha ultima separação, ela também separada, passamos a ter uma relação afetiva..
Ela no passado tinha feito um tratamento para superar um câncer de mama, estava curada, segundo todas as revisões que era submetida..
Acontece que em outubro de 2011 descobriu que o câncer voltou, e consequentemente ela teria que fazer novo tratamento..
Antes de começar o tratamento, ela com receio do pior, me pediu pra eu casar novamente com ela, pois era do seu desejo…
A principio, eu desconversei, até pelo fato da minha concordância ser considerada como uma confirmação do falecimento dela..
Ocorre que, antes dela começar a fazer o tratamento a base de radioterapia, atendendo mais um pedido dela, procuramos o cartório de Tangará, onde eu estava montando um negócio e iriamos morar para dar entrada nos papeis do casamento..
Quando ela começou a fazer o tratamento os efeitos colaterais foram terríveis, ela ficou impossibilitada de sair de casa.. Diante desse quadro, ela providenciou uma procuração para sua irmã Rylza Mansur Pereira para casar comigo..
Assim foi feito, em Dezembro levamos todos os documentos para o cartório e marcamos o casamento obedecendo todos os prazos estabelecidos por lei, ficando o casamento marcado para o dia 2 de janeiro de 2013, o primeiro dia útil do ano..
No casamento com a procuração passada para sua irmã, foram testemunhas os filhos e o pai de Ruyma, todos querendo atender o desejo dela..
No dia 2 de Janeiro, o pai dela, irmã e filhos, passaram aqui em casa e fomos para o cartório, o ato do casamento feito pelo juiz de Paz, foi lavrado às 09:00hs como tinha sido marcado pelo cartório antes, do dia 15 de dezembro e publicado conforme determina a lei obedecendo o prazo das proclamas.
Depois do casamento, voltamos para Natal esperançosos, apesar do estado de saúde dela ser muito grave, que ela pudesse superar sua enfermidade, os médicos sempre diziam que era possível.. Mas, infelizmente ela faleceu às 16:00 hs..
Daí, veio meu outro sofrimento, meus inimigos e o Ministério Público que não aceita minhas criticas pelo fato de querer extrapolar suas atribuições, que em vez de promover justiça, promovem acusações querendo garrotear os poderes Executivo, Judiciário e Legislativo impondo uma submissão através das denuncias a atitudes policialescas, passaram a me perseguir..
O Ministério Público recebeu uma ‘denuncia anonima’ que o casamento tinha sido fraudulento para eu receber uma pensão, me acusando, Ruyzinho(pai), Rylza(irmã) e Gabriel(filho da (felecida)…
Abriram um processo de investigação e foi provado que o processo de casamento foi dentro da lei.. Fizeram uma correição no cartório e não encontraram nada.
A justiça Federal aceitou a denuncia do MPF e marcou para ouvir as testemunhas, e todas as 23 testemunhas, inclusive as testemunhas arroladas pelo Ministério Publico foram a nosso favor declarando que o casamento foi dentro da lei..
Quem pode imaginar que uma família como a de Ruy Pereira Júnior, uma das famílias mais tradicionais do RN, com um dos maiores patrimônio do Estado pudesse concordar em formar uma quadrilha para fazer jus a uma pensão de R$ 2.300,00? Parece brincadeira..
Acontece que o Ministério Público nas alegações finais, pediu para absolver o pai de Ruyma( Ruyzinho) e o filho (Gabriel),e  numa clara demostração de perseguição pediu a minha condenação e da irmã de Ruyma(Rylza), que só também não foi solicitada sua absolvição pelo fato dela ter sido a procuradora da irmã e do tabelião do cartório de Tangará..Eu não poderia casar só..
Agora eu pergunto: como pode condenar uma pessoa quanto todas as 23 testemunhas, inclusive as arroladas pelo Ministério Público testemunharam a favor do acusado, ou seja, a meu favor??
O pai dela e o filho foram inocentados pelo MP sob alegação que eles foram ‘apenas testemunhas’, se eles foram inocentados como testemunhas de um casamento fraudulento, como o casamento foi fraudulento?? O que o pai e filhos fizeram foi atender um desejo da filha e da mãe.. Esta pensão que recebia de apenas R$ 2.300,00, eu ajudava um filhos dela que está estudando fazendo faculdade de arquitetura, e ele deixou isso bem claro para o MP..
O fato é que lamentavelmente trata-se de mais uma perseguição pelo fato de eu ter defendido publicamente a aprovação da PEC 37..
Os Ministérios Públicos já entraram com 8 processos contra mim, não tem importância, podem entrar com mais 10, eu não tenho medo nem vou mudar minha opinião sobre eles…
Vamos aguardar o que o juiz Federal vai decidir, mas, para ser franco,  acho que deverei ser condenado, embora tenha certeza que serei absolvido no Tribunal Federal que não se envolvem nas questões politicas locais, como aconteceu no caso do bafômetro em Caicó, quem nem dirigindo o carro eu estava.. Não me arrependo de ter casado com ela, caso o casamento seja anulado, vamos requerer o casamento nuncupativo, pois apresentamos 20 pessoas que afirmaram ouvir dela o desejo de  casar novamente comigo..
Haja perseguição..

Fotos do casamento em 1979..
foto (34)meu casamentorenato e ruyma meu 1 casamento

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