sexta-feira, 9 de maio de 2014

É bom Tite se preparar. Só ficará com a Seleção se houver uma desgraça na Copa.

 Marin e Marco Polo querem Felipão até 2018. E desejam o obediente Gallo o substituindo depois do Mundial da Rússia…

1gazeta4 É bom Tite se preparar.  Só ficará com a Seleção se houver uma desgraça na Copa. Marin e Marco Polo querem Felipão até 2018. E desejam o obediente Gallo o substituindo depois do Mundial da Rússia...
O Corinthians não quis renovar seu contrato.

A diretoria o considera responsável por perder 2013.
Assim como não estar na Libertadores de 2014.
Ele conquistou os maiores títulos da história do clube.
Mas se perdeu.
Ficou ligado demais a um grupo de jogadores.
Teve uma gratidão exagerada.
Foi quando seu empresário Gilmar Veloz entrou em cena.
O chamou para longas conversas.
Mostrou que, sem o Corinthians, o melhor seria se recolher.
E repetir o que fez com outro seu contratado: Luiz Felipe Scolari.
O treinador havia sido demitido do Palmeiras.
Encaminhou o clube ao rebaixamento.
Sofreu críticas, foi dado como ultrapassado.
Aconselhado por Veloz, Felipão se afastou, se recolheu.
Não quis trabalhar no Flamengo, Fluminense, Inter e Grêmio.
A mando de Veloz.
E logo o que o empresário visualizava aconteceu.
Mano Menezes foi demitido por Marin.
A Seleção acabou entregue a Felipão.
O tempo foi um santo remédio.
As pessoas se lembravam só dos méritos.
Como a conquista do penta em 2002.
Até do Palmeiras só falavam da Copa do Brasil.
A queda para a Segunda Divisão ficou por conta de Gilson Kleina.
Mais do que ninguém, Tite prestou atenção no que havia acontecido.
Ele havia ficado empolgadíssimo depois da saída de Mano.
Foi levado a acreditar por amigos que o cargo seria seu.
Afinal, havia conquistado a Libertadores com o Corinthians.
E estava prestes a embarcar para o Japão, disputar o Mundial.
Só não contava que a aversão de Marin a Andrés Sanches.
Ela ultrapassa a estratosfera.
Não o perdoa depois que ele ironizou a sua velhice.
Mano já era 'homem' de Andrés.
Não iria colocar outro treinador vindo do Parque São Jorge.
Esperto, o presidente da CBF percebeu.
A pressão poderia ficar insuportável se o time fosse campeão mundial.
O que fez?
Antecipou o anúncio do novo treinador do Brasil.
Em vez de janeiro, novembro de 2012.
"Quebrou a perna de todo mundo", ironiza um membro da CBF.
Principalmente de Tite.
Seu sonho não se concretizaria.
Ganhou o título no Japão.
E teve um péssimo 2013 no Corinthians.
A partir de outubro quando soube que não renovaria, se propôs.
Seguiria os mesmos passos de Felipão.
Iria esperar pela Seleção.
No final do ano deu diversas entrevistas.
Tinha de espalhar ao mercado que iria se reciclar.
Melhorar como treinador.
Viajaria para a Europa ter contato com os esquemas mais modernos.
E sem nenhuma sutileza disse que só voltaria ao trabalho depois da Copa.
Era clara a sua convicção de que seria o principal candidato à Seleção.
Até então, no final do ano passado, Felipão sairia depois do Mundial.
Ele tinha o sonho de trabalhar em uma seleção estrangeira em 2018.
Recebeu até sondagens da Rússia.
O que seria perfeito, já que adora comandar times da casa.
Como fez com Portugal na Eurocopa.
Estava fazendo com o Brasil nesta Copa.
Tite seguiu o seu plano.
Só que não contava com o incrível sucesso de Felipão na Seleção.
Motivador e com um esquema tático moderno, conseguiu surpreender o mundo.
Ganhou a Copa das Confederações de maneira emocionante.
Com autoridade absoluta.
Atropelou a campeã mundial, a Espanha, por 3 a 0 na decisão.
Acabou com a invencibilidade de 29 partidas do time de Vicente del Bosque.
O feito ensandeceu Marin e Marco Polo del Nero.
1cbf1 É bom Tite se preparar.  Só ficará com a Seleção se houver uma desgraça na Copa. Marin e Marco Polo querem Felipão até 2018. E desejam o obediente Gallo o substituindo depois do Mundial da Rússia...
O presidente da FPF tomou a decisão na festa do Maracanã.
Não deixar Felipão ir embora de jeito algum depois da Copa de 2014.
Em 2002, Luiz Felipe deixou a Seleção por se dar mal com Ricardo Teixeira.
Ele não perdoou uma atitude do presidente.
Depois da convocação para o Mundial do Japão.
O treinador não se dobrou diante de Teixeira, não chamou Romário.
Como vingança, o dirigente não ofereceu um segurança ao técnico.
O deixou sair da sede da CBF sozinho.
Felipão foi cercado por populares revoltados no Rio.
Ouviu todo tido de palavrões e quase foi agredido.
A cena foi deprimente.
O troco veio depois da conquista empolgante do pentacampeonato.
Felipão teve muito prazer ao dizer a Teixeira que não continuaria.
Agora a situação é completamente outra.
O relacionamento com Marco Polo e Marin é excelente.
Perguntei na coletiva de quarta se Felipão sairia da Seleção.
Enquanto ele disfarçava, ironizava...
O atual presidente da CBF e seu sucessor balançavam a cabeça.
Davam a resposta.
Não iria sair de 'jeito algum'.
Não será nenhuma surpresa se ele renovar o contrato durante o Mundial.
Felipão e Parreira só deixará o cargo se houver uma desgraça.
O Brasil for eliminado, por exemplo, nas oitavas ou quartas.
Chegando a semifinal, tudo será perdoado.
Ele tem tudo que Marco Polo precisa.
Carismático, vencedor e tem o jovem grupo de atletas na mão.
90% da equipe tem condição de chegar ao Mundial de 2018.
Se tudo seguir o enredo já traçado e a campanha for boa...
Não há motivo para troca.
Felipão está mesmo muito diferente de antes da Copa das Confederações.
Esperto, sabe que tem fôlego e apoio para ficar mais quatro anos com o Brasil.
E até realizar outro sonho de Marin.
Formar Alexandre Gallo para ser seu substituto.
1cbf2 É bom Tite se preparar.  Só ficará com a Seleção se houver uma desgraça na Copa. Marin e Marco Polo querem Felipão até 2018. E desejam o obediente Gallo o substituindo depois do Mundial da Rússia...
O dirigente gostaria muito de ver o obediente técnico da base na Seleção.
Mas sabe que ele está 'verde' demais.
Porém esses próximos quatro anos ao lado de Felipão poderiam amadurecê-lo.
O teste seria em 2016, na Olimpíada do Rio.
Nesta nova configuração sobrou para Tite.
O treinador continua fiel ao seu sonho.
Recusou clubes como o Internacional, Fluminense e Atlético Mineiro.
Neste mês antes da Copa está falando novamente.
Mostrando o resultado dos seus estudos europeus.
Colhendo já os frutos da saída do cenário.
Está purgado dos pecados.
A maioria das pessoas se lembra da Libertadores e do Mundial.
Se esquece do péssimo 2013.
Tite ainda age como candidatíssimo à sucessão de Felipão.
Perguntado se aceitaria um possível convite, já não esconde.
"Sim. Dentro de todos os pré-requisitos, se o Felipe decidir não continuar. Agora é antiético, é não ser um patriota e é contra todos os meus princípios."
Ele deu esta resposta, com todas as letras, no Sportv, na segunda-feira.
Mas o quadro mudou.
Tanto que a afirmação não teve repercussão.
A conquista da Copa das Confederações e ter o grupo na mão pesam.
Marco Polo e Marin não querem nem pensar em outro treinador.
A única possibilidade para Tite é um fracasso retumbante do Brasil.
Se ele não vier, o treinador já pode pensar em voltar a trabalhar.
Em um dos grandes clubes do Brasil.
Se depender da cúpula da CBF, a Seleção tem dono até 2018.
Ele se chama Luiz Felipe Scolari.
Adenor que se prepare...
1reproducao9 É bom Tite se preparar.  Só ficará com a Seleção se houver uma desgraça na Copa. Marin e Marco Polo querem Felipão até 2018. E desejam o obediente Gallo o substituindo depois do Mundial da Rússia...

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