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Após um desentendimento entre o zagueiro Lúcio e o atacante Emerson Sheik, no primeiro de Palmeiras e Botafogo, que chegaram a trocar empurrões, o árbitro Héber Roberto Lopes puniu apenas o atacante Alvinegro com o cartão amarelo, o seu terceiro, que o tira da partida contra o Corinthians. Indignado no intervalo, Sheik chamou o jogador palmeirense de preconceituoso, afirmando que foi chamado de gay. “Ele me chamou de gay como se eu fosse um monstro. Isso não serve para quem tem sua opção sexual bem definida, não sou gay. Mas, ele é considerado mau caráter no meio da galera. Para ele, deve ser normal fazer isso. Ele é preconceituoso”, declarou o ex-corintiano, que foi alvo de xingamentos da torcida palmeirense, que gritava “bichona” toda vez que ele pegava na bola.
Lúcio rebateu as acusações de Emerson Sheik, que acusou o zagueiro de chamá-lo de gay em tom homofóbico e considerando-o um mau caráter. O capitão do Palmeiras não só negou a insinuação como exigiu provas e lembrou problema do atacante com a Justiça. “É uma acusação muito grave, ele tem que provar”, afirmou o defensor, revoltando-se ao saber que Sheik contestou seu caráter. “É só ver as noticias sobre contrabando”, afirmou, citando que o jogador foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em 2010 por contrabando e lavagem de dinheiro na compra de carro importando.
“Saem publicamente várias outras coisas que eu poderia entrar em questão, mas não é do meu caráter. Prefiro manter o meu nível. Não é a toa que fiquei tanto tempo na Seleção e na Europa. É só comparar um caráter com o outro, ver o histórico dele. Só isso”, continuou Lúcio, encerrando a entrevista e caminhando para os vestiários do estádio em Presidente Prudente.
Ao saber que o zagueiro desmentiu sua versão, Sheik prometeu não se estender no caso apenas batendo boca. “Ele falou e ponto final. Se não é homem o suficiente para assumir o que fala...”, indicou. “Vou conversar com meus advogados e com meu empresário para ver o que podemos fazer”, prosseguiu o atleta do Botafogo.
Colega do capitão no Palmeiras, Henrique avisa que troca de ofensas é recorrente e normal em campo. “É uma coisa natural. Dentro de campo, os jogadores estão com sangue quente e sempre acontece discussão”, opinou o atacante do Palmeiras, lamentando que o problema entre ambos tenha se tornado público.
Após um desentendimento entre o zagueiro Lúcio e o atacante Emerson Sheik, no primeiro de Palmeiras e Botafogo, que chegaram a trocar empurrões, o árbitro Héber Roberto Lopes puniu apenas o atacante Alvinegro com o cartão amarelo, o seu terceiro, que o tira da partida contra o Corinthians. Indignado no intervalo, Sheik chamou o jogador palmeirense de preconceituoso, afirmando que foi chamado de gay. “Ele me chamou de gay como se eu fosse um monstro. Isso não serve para quem tem sua opção sexual bem definida, não sou gay. Mas, ele é considerado mau caráter no meio da galera. Para ele, deve ser normal fazer isso. Ele é preconceituoso”, declarou o ex-corintiano, que foi alvo de xingamentos da torcida palmeirense, que gritava “bichona” toda vez que ele pegava na bola.
Cesar Greco
Lúcio respondeu às acusações de Émerson Sheik e disse que vai conversar com seus advogados
Em 2013, quando ainda jogava no Corinthians, Emerson Sheik publicou na internet uma foto em que dá um selinho em um amigo. A foto causou grande alvoroço, mesmo entre os torcedores de sua equipe. Lúcio rebateu as acusações de Emerson Sheik, que acusou o zagueiro de chamá-lo de gay em tom homofóbico e considerando-o um mau caráter. O capitão do Palmeiras não só negou a insinuação como exigiu provas e lembrou problema do atacante com a Justiça. “É uma acusação muito grave, ele tem que provar”, afirmou o defensor, revoltando-se ao saber que Sheik contestou seu caráter. “É só ver as noticias sobre contrabando”, afirmou, citando que o jogador foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em 2010 por contrabando e lavagem de dinheiro na compra de carro importando.
“Saem publicamente várias outras coisas que eu poderia entrar em questão, mas não é do meu caráter. Prefiro manter o meu nível. Não é a toa que fiquei tanto tempo na Seleção e na Europa. É só comparar um caráter com o outro, ver o histórico dele. Só isso”, continuou Lúcio, encerrando a entrevista e caminhando para os vestiários do estádio em Presidente Prudente.
Ao saber que o zagueiro desmentiu sua versão, Sheik prometeu não se estender no caso apenas batendo boca. “Ele falou e ponto final. Se não é homem o suficiente para assumir o que fala...”, indicou. “Vou conversar com meus advogados e com meu empresário para ver o que podemos fazer”, prosseguiu o atleta do Botafogo.
Colega do capitão no Palmeiras, Henrique avisa que troca de ofensas é recorrente e normal em campo. “É uma coisa natural. Dentro de campo, os jogadores estão com sangue quente e sempre acontece discussão”, opinou o atacante do Palmeiras, lamentando que o problema entre ambos tenha se tornado público.
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