por Marcos Lopes
Ao contrário do que os médicos acreditavam, os exames de Everton Costa ( Vasco da Gama ) não apontaram nenhuma evolução no quadro de arritmia cardíaca que ele sofreu no jogo contra o Resende, há pouco mais de um mês, pela Copa do Brasil. Entretanto, de acordo com o cardiologista Gustavo Gouvêa, contratado pelo Vasco para acompanhar o atleta, ainda há possibilidade de ele voltar a jogar. Para isso, teria que instalar uma espécie de marca-passo no local: “A região do coração que estava acometida continua igual. Não houve melhora, nem piora. Não era o resultado que a gente esperava, pois pensávamos em uma melhora. Existe uma grande possibilidade de haver uma fibrose (cicatriz) nesta região. Frente a isso,
optamos por indicar um dispositivo chamado desfibrilador implantável, uma espécie de marca-passo que emite um choque quando ela sente uma arritmia. Este dispositivo será implantado na semana que vem, mas não temos datas ainda”. Durante o discurso, o cardiologista evitou dar um prazo para decidir se o atacante poderá ou não voltar aos gramados. No entanto, lembrou que há outros casos de atletas que passaram por este problema e conseguiram jogar, afinal, o dispositivo dá bastante segurança a quem utiliza: “Há dez anos os trabalhos diziam que ele não poderia voltar a jogar. Mas, atualmente, muitos dispositivos foram implantados em centenas de outros atletas. Os resultados mostram que é seguro jogar com esse dispositivo, desde que ele entenda que está sob o risco de ter arritmia em uma atividade física. Se ele vai voltar ou não, não vai ser decidido agora. Ao longo do tempo que vamos saber se ele pode voltar, mas esta decisão não será tomada neste momento”. A implantação desta espécie de marca-passo está marcada para ser feita na semana que vem. De acordo com Gustavo Gouvêa, o procedimento é bem simples e não há necessidade de ficar muito tempo internado, tampouco de abrir o tórax, como costuma ser feito em cirurgias no coração: “ Para colocar o dispositivo é um procedimento cirúrgico relativamente simples. Interna em um dia e tem alta no outro. Não é aberto o tórax, nem nada. Mas é algo definitivo. Não serve apenas para proteger a pessoa no esporte, pois se pode ter arritmia a qualquer momento”. Contratado no início do ano pelo Vasco, o atacante Everton Costa sofreu uma arritmia cardíaca e desmaiou durante a partida contra o Resende, dia 16/4, em São Januário, pela Copa do Brasil. No mesmo instante, foi levado para um hospital próximo ao estádio, ficou internado por alguns dias e passou por diversos exames no local. A princípio, o prazo era de seis meses para voltar a treinar caso houvesse melhora. Como não houve qualquer avanço, agora não há mais prazo de retorno.
Ao contrário do que os médicos acreditavam, os exames de Everton Costa ( Vasco da Gama ) não apontaram nenhuma evolução no quadro de arritmia cardíaca que ele sofreu no jogo contra o Resende, há pouco mais de um mês, pela Copa do Brasil. Entretanto, de acordo com o cardiologista Gustavo Gouvêa, contratado pelo Vasco para acompanhar o atleta, ainda há possibilidade de ele voltar a jogar. Para isso, teria que instalar uma espécie de marca-passo no local: “A região do coração que estava acometida continua igual. Não houve melhora, nem piora. Não era o resultado que a gente esperava, pois pensávamos em uma melhora. Existe uma grande possibilidade de haver uma fibrose (cicatriz) nesta região. Frente a isso,
optamos por indicar um dispositivo chamado desfibrilador implantável, uma espécie de marca-passo que emite um choque quando ela sente uma arritmia. Este dispositivo será implantado na semana que vem, mas não temos datas ainda”. Durante o discurso, o cardiologista evitou dar um prazo para decidir se o atacante poderá ou não voltar aos gramados. No entanto, lembrou que há outros casos de atletas que passaram por este problema e conseguiram jogar, afinal, o dispositivo dá bastante segurança a quem utiliza: “Há dez anos os trabalhos diziam que ele não poderia voltar a jogar. Mas, atualmente, muitos dispositivos foram implantados em centenas de outros atletas. Os resultados mostram que é seguro jogar com esse dispositivo, desde que ele entenda que está sob o risco de ter arritmia em uma atividade física. Se ele vai voltar ou não, não vai ser decidido agora. Ao longo do tempo que vamos saber se ele pode voltar, mas esta decisão não será tomada neste momento”. A implantação desta espécie de marca-passo está marcada para ser feita na semana que vem. De acordo com Gustavo Gouvêa, o procedimento é bem simples e não há necessidade de ficar muito tempo internado, tampouco de abrir o tórax, como costuma ser feito em cirurgias no coração: “ Para colocar o dispositivo é um procedimento cirúrgico relativamente simples. Interna em um dia e tem alta no outro. Não é aberto o tórax, nem nada. Mas é algo definitivo. Não serve apenas para proteger a pessoa no esporte, pois se pode ter arritmia a qualquer momento”. Contratado no início do ano pelo Vasco, o atacante Everton Costa sofreu uma arritmia cardíaca e desmaiou durante a partida contra o Resende, dia 16/4, em São Januário, pela Copa do Brasil. No mesmo instante, foi levado para um hospital próximo ao estádio, ficou internado por alguns dias e passou por diversos exames no local. A princípio, o prazo era de seis meses para voltar a treinar caso houvesse melhora. Como não houve qualquer avanço, agora não há mais prazo de retorno.
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