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É triste ver uma cena dessa que ocorre em todas as cidades do Brasil! Um retrato triste no centro de Itaporanga, sobre um canteiro, no centro da cidade, uma mulher deita abraçada ao seu filho, uma criança com cerca de 5 anos de idade e fustigada por horas de caminhada pelas ruas ao lado da mãe, que está bêbada.
Sem suportar mais seguir devido ao elevado estado de embriaguez alcoólica, a mulher tomba sobre o canteiro, na sombra de uma árvore, e força a criança a deitar ao seu lado. O menino se esperneia e chora, mas termina cedendo às pressões da mãe, que joga os braços sobre as pernas do
menino, impedindo que ele se levante.
A mulher é mãe solteira e informou residir na zona rural, mas constantemente é vista na cidade com a criança e embriagada. O alcoolismo é uma doença terrível e suas consequências são ainda piores quando atinge mulheres mães e pobres, afetando diretamente as crianças, que sofrem maus tratos e desprezo afetivo e material.
Mas, antes de serem acusadas, essas mulheres são vítimas: vítimas de uma doença que vai martirizá-las pelo resto da vida. Sem apoio da família nem acompanhamento clínico, dificilmente conseguirão se libertar da dependência do álcool, a pior droga em circulação no Brasil, em face do seu consumo ser generalizado e seus efeitos extremamente nocivos às relações familiares, sociais e no trânsito.
Além de não ter um programa eficiente de recuperação de dependentes, o poder público também não debate suficientemente o problema do alcoolismo no seio social, preferindo voltar suas ações preventivas contra as drogas ilícitas, usando apenas o aparato policial e nada de ação psicosocial. Essa omissão com relação ao consumo do álcool pode ser explicada pela grande soma financeira que os cofres públicos arrecadam com a venda da bebida. A televisão também prefere ficar calada porque fatura alto com as cervejarias: a cada 30 segundos, uma bem produzida propaganda na TV estimula a população, especialmente o jovem, a beber.
Por que os governos não proíbem o uso e comercio do álcool como proíbe a maconha que é menos nociva? Deve ser por que tem gente que quer lucrar sem pagar imposto ao governo e publicidades nas empresas de comunicação, em especial, radio e televisão e preferem lucrar só.
Mas, voltando ao assunto; em muitos casos de mães alcoólatras, o que as instituições de defesa dos direitos das crianças e adolescentes têm feito é destituir o poder família, ou seja, tirar o filho da guarda materna, mas, em vez de resolver o problema, essa medida penaliza ainda mais os envolvidos: a mãe, já doente, passa a sofrer também com a perda do filho, e a criança, por sua vez, também sofre ao ser retirada do convívio materno.
O ideal, como reza o próprio estatuto da Criança e do Adolescente, é a reintegração e regeneração familiar a partir do apoio material e psicológico, já que a mulher é uma vítima da droga e que, geralmente, é também vitimada pela marginalidade: não tem casa para abrigar os filhos nem renda suficiente para manter a família.
Sem falar nas que tem casas, porém vivem entregue ao álcool, tanto esposo como esposa e os filhos são vitimas indiretas do alcoolismo, em que crianças, jovens e adolescentes fogem de casa para viverem nas ruas, dormindo nas calçadas e quetos, muitos deles roubando, outros pedindo apenas esmola para ajudar na renda da família. Com o dinheiro das esmolas vão para casa a fim de poder comprar comida, mas os pais usam esse dinheiro para comprar bebidas mantendo o vício desgraçado diante da falta de emprego e renda tomados pelo ócio e ostracismos empregatício.
Há muitos anos que famílias são degeneradas pelo álcool, drogas proibidas e os governos não fazem nada por que as empresas de bebidas não deixam e por que os traficantes precisam manter suas vidas a custa das desgraças dos outros.
Dizem que combatem a droga, mas hoje os que vivem morando nas ruas, que são vitimas do álcool, serão no futuro presidiários, assassinados por bandidos e até por policiais corruptos, e serão escravos ou vitima do crack, seja crianças e adultos, pais e filhos.
A mãe de Itaporanga que dorme com o filhos no canteiro, mesmo com o alcoolismo, não despreza o seu filho, mas veja o que a justiça injusta em todo o Brasil, está fazendo na Paraíba com os filhos de mulheres viciadas em álcool e drogas, e as mulheres que são moradoras de ruas, isto mesmo, à Paraíba faz adoção ilegal com bebês de mães viciadas, em que o tráfico de influência nas maternidades de João Pessoa é um fantasma que preocupa a Justiça. Por conta disso, no mês passado, o juiz da Infância e Juventude da capital, Adhailton Lacet, publicou uma portaria determinando que todos os bebês filhos de mulheres usuárias de drogas ou em outra situação vulnerável (como moradora de rua ou problemas psiquiátricos) sejam registrados nos cartórios da maternidade.
Com essa medida, segundo o juiz, serão dadas duas garantias: a primeira é preservar a origem dessas crianças, mesmo elas sendo adotadas posteriormente, quando os pais adotivos poderão fazer um novo registro e o primeiro é cancelado judicialmente. A segunda garantia é evitar a adoção ilegal, que acontece quando um profissional de saúde ou qualquer outra pessoa faz a ponte entre os interessados e a mãe da criança.
Apesar de não falar em dados oficiais, o juiz admitiu a existência dessa situação, que desrespeita quem cumpre as exigências da Justiça e aguarda anos na fila de adoção, através do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com Lacet, sempre que acontece um caso de abandono nas maternidades, a equipe do setor de adoção e acolhimento entra em ação e leva os bebês para uma unidade de acolhimento. O primeiro alerta é dado pela assistência social das maternidades, que acionam a Justiça e retardam a saída da mãe e do bebê da instituição. “O objetivo da portaria é garantir a proteção da criança e preservar o direito dela conhecer sua verdadeira história quando finalmente for adotada”, declarou o juiz.
A ‘adoção à brasileira’, nome dado à adoção ilegal, acontece quando o bebê é entregue a uma família que o registra como se fosse filho natural. Tudo é feito de forma contrária à lei e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que em seu artigo 48 diz que “o adotado tem direito de conhecer sua origem biológica, bem como de obter acesso irrestrito ao processo no qual a medida foi aplicada e seus eventuais incidentes, após completar 18 anos”. Na adoção ilegal isso pode nunca acontecer, tendo em vista que muitos pais ainda preferem não revelar ao filho que ele foi adotado.
Segundo o juiz, a portaria faz parte do projeto Acolher, da Vara da Infância e Juventude, que conta com o apoio de várias entidades ligadas à proteção de crianças e adolescentes, além dos setores de serviço social das maternidades de João Pessoa. O projeto Acolher atende e orienta mãe ou gestante interessada em entregar o filho para adoção.
O profissional de saúde que arranja um bebê para adoção sem passar pelo procedimento legal comete o crime de tráfico de influência, segundo explicou o juiz. Ele disse ainda que registrar uma criança como se fosse filho natural sem consentimento da Justiça implica no crime contra o estado de filiação (ver texto da lei em destaque na página 3).
As autoridades demonstram que não tem Autoridade para com os problemas psicossocial, pois querem tampar o sol com a peneira, revelam que estão resolvendo os problemas e cumprindo as leis, mas não promovem controle da natalidade com pessoas de baixa renda, viciadas e moradoras de ruas, e as mulheres ficam gravidas e depois perdem os filhos, porém vão continuar no vicio, vivendo nas ruas, praticando sexo sem preservativos, engravidando como cadelas nas ruas, para novamente ter mais filhos adotados de forma ilegal.
Parece piada saber que em João Pessoa, o juiz da Infância e Juventude, Adhailton Lacet, publicou uma portaria determinando que todos os bebês filhos de mulheres usuárias de drogas ou em outra situação vulnerável (como moradora de rua ou problemas psiquiátricos) sejam registrados nos cartórios da maternidade, mas não determina ou obriga os governos a tratarem dessas mães.
Nasci e cresci na antiga favela da Cachoeira, em Campina Grande na Paraíba, meus pais eram alcoólatras, meu pai, o saudoso Djalma Avelino de Paiva era servidor publico da PMCG, mas devido há seis meses de salários atrasados na administração do então prefeito Enivaldo Ribeiros, levou minha família a desordem e esmolação, e e meus irmãos pedíamos esmolas mais a minha mãe, para ajudar na renda de casa.
Diante de meses sem salário, meu pai mesmo assim sair todo dia para o trabalho e trazia comida de esmolas que pedia na Feira Central de Campina. A falta de comida e dinheiro, fez com que minha mãe passasse a usar o álcool para criar coragem a fim de enfrentar a vergonha da esmolação, isso diante da fome que passávamos.
Mas, já imaginou se a época, em que vivia nas ruas pedindo esmolas, fugia de casa pra dormir nas ruas, a justiça determinasse minha adoção, logo não teria tido o prazer de ver meus pais deixarem o alcoolismo e me dado uma nova vida em família!
Blog do Gari Martins da Cachoeira
Famílias degeneradas pelo álcool e drogas proibidas e os governos não fazem nada por que as empresas de bebidas não deixam
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| Foto: um retrato triste no centro de Itaporanga. |
Sem suportar mais seguir devido ao elevado estado de embriaguez alcoólica, a mulher tomba sobre o canteiro, na sombra de uma árvore, e força a criança a deitar ao seu lado. O menino se esperneia e chora, mas termina cedendo às pressões da mãe, que joga os braços sobre as pernas do
menino, impedindo que ele se levante.
A mulher é mãe solteira e informou residir na zona rural, mas constantemente é vista na cidade com a criança e embriagada. O alcoolismo é uma doença terrível e suas consequências são ainda piores quando atinge mulheres mães e pobres, afetando diretamente as crianças, que sofrem maus tratos e desprezo afetivo e material.
Mas, antes de serem acusadas, essas mulheres são vítimas: vítimas de uma doença que vai martirizá-las pelo resto da vida. Sem apoio da família nem acompanhamento clínico, dificilmente conseguirão se libertar da dependência do álcool, a pior droga em circulação no Brasil, em face do seu consumo ser generalizado e seus efeitos extremamente nocivos às relações familiares, sociais e no trânsito.
Além de não ter um programa eficiente de recuperação de dependentes, o poder público também não debate suficientemente o problema do alcoolismo no seio social, preferindo voltar suas ações preventivas contra as drogas ilícitas, usando apenas o aparato policial e nada de ação psicosocial. Essa omissão com relação ao consumo do álcool pode ser explicada pela grande soma financeira que os cofres públicos arrecadam com a venda da bebida. A televisão também prefere ficar calada porque fatura alto com as cervejarias: a cada 30 segundos, uma bem produzida propaganda na TV estimula a população, especialmente o jovem, a beber.
Por que os governos não proíbem o uso e comercio do álcool como proíbe a maconha que é menos nociva? Deve ser por que tem gente que quer lucrar sem pagar imposto ao governo e publicidades nas empresas de comunicação, em especial, radio e televisão e preferem lucrar só.
Mas, voltando ao assunto; em muitos casos de mães alcoólatras, o que as instituições de defesa dos direitos das crianças e adolescentes têm feito é destituir o poder família, ou seja, tirar o filho da guarda materna, mas, em vez de resolver o problema, essa medida penaliza ainda mais os envolvidos: a mãe, já doente, passa a sofrer também com a perda do filho, e a criança, por sua vez, também sofre ao ser retirada do convívio materno.
O ideal, como reza o próprio estatuto da Criança e do Adolescente, é a reintegração e regeneração familiar a partir do apoio material e psicológico, já que a mulher é uma vítima da droga e que, geralmente, é também vitimada pela marginalidade: não tem casa para abrigar os filhos nem renda suficiente para manter a família.
Sem falar nas que tem casas, porém vivem entregue ao álcool, tanto esposo como esposa e os filhos são vitimas indiretas do alcoolismo, em que crianças, jovens e adolescentes fogem de casa para viverem nas ruas, dormindo nas calçadas e quetos, muitos deles roubando, outros pedindo apenas esmola para ajudar na renda da família. Com o dinheiro das esmolas vão para casa a fim de poder comprar comida, mas os pais usam esse dinheiro para comprar bebidas mantendo o vício desgraçado diante da falta de emprego e renda tomados pelo ócio e ostracismos empregatício.
Há muitos anos que famílias são degeneradas pelo álcool, drogas proibidas e os governos não fazem nada por que as empresas de bebidas não deixam e por que os traficantes precisam manter suas vidas a custa das desgraças dos outros.
Dizem que combatem a droga, mas hoje os que vivem morando nas ruas, que são vitimas do álcool, serão no futuro presidiários, assassinados por bandidos e até por policiais corruptos, e serão escravos ou vitima do crack, seja crianças e adultos, pais e filhos.
Com essa medida, segundo o juiz, serão dadas duas garantias: a primeira é preservar a origem dessas crianças, mesmo elas sendo adotadas posteriormente, quando os pais adotivos poderão fazer um novo registro e o primeiro é cancelado judicialmente. A segunda garantia é evitar a adoção ilegal, que acontece quando um profissional de saúde ou qualquer outra pessoa faz a ponte entre os interessados e a mãe da criança.
Apesar de não falar em dados oficiais, o juiz admitiu a existência dessa situação, que desrespeita quem cumpre as exigências da Justiça e aguarda anos na fila de adoção, através do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com Lacet, sempre que acontece um caso de abandono nas maternidades, a equipe do setor de adoção e acolhimento entra em ação e leva os bebês para uma unidade de acolhimento. O primeiro alerta é dado pela assistência social das maternidades, que acionam a Justiça e retardam a saída da mãe e do bebê da instituição. “O objetivo da portaria é garantir a proteção da criança e preservar o direito dela conhecer sua verdadeira história quando finalmente for adotada”, declarou o juiz.
A ‘adoção à brasileira’, nome dado à adoção ilegal, acontece quando o bebê é entregue a uma família que o registra como se fosse filho natural. Tudo é feito de forma contrária à lei e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que em seu artigo 48 diz que “o adotado tem direito de conhecer sua origem biológica, bem como de obter acesso irrestrito ao processo no qual a medida foi aplicada e seus eventuais incidentes, após completar 18 anos”. Na adoção ilegal isso pode nunca acontecer, tendo em vista que muitos pais ainda preferem não revelar ao filho que ele foi adotado.
Segundo o juiz, a portaria faz parte do projeto Acolher, da Vara da Infância e Juventude, que conta com o apoio de várias entidades ligadas à proteção de crianças e adolescentes, além dos setores de serviço social das maternidades de João Pessoa. O projeto Acolher atende e orienta mãe ou gestante interessada em entregar o filho para adoção.
O profissional de saúde que arranja um bebê para adoção sem passar pelo procedimento legal comete o crime de tráfico de influência, segundo explicou o juiz. Ele disse ainda que registrar uma criança como se fosse filho natural sem consentimento da Justiça implica no crime contra o estado de filiação (ver texto da lei em destaque na página 3).
As autoridades demonstram que não tem Autoridade para com os problemas psicossocial, pois querem tampar o sol com a peneira, revelam que estão resolvendo os problemas e cumprindo as leis, mas não promovem controle da natalidade com pessoas de baixa renda, viciadas e moradoras de ruas, e as mulheres ficam gravidas e depois perdem os filhos, porém vão continuar no vicio, vivendo nas ruas, praticando sexo sem preservativos, engravidando como cadelas nas ruas, para novamente ter mais filhos adotados de forma ilegal.
Parece piada saber que em João Pessoa, o juiz da Infância e Juventude, Adhailton Lacet, publicou uma portaria determinando que todos os bebês filhos de mulheres usuárias de drogas ou em outra situação vulnerável (como moradora de rua ou problemas psiquiátricos) sejam registrados nos cartórios da maternidade, mas não determina ou obriga os governos a tratarem dessas mães.
Nasci e cresci na antiga favela da Cachoeira, em Campina Grande na Paraíba, meus pais eram alcoólatras, meu pai, o saudoso Djalma Avelino de Paiva era servidor publico da PMCG, mas devido há seis meses de salários atrasados na administração do então prefeito Enivaldo Ribeiros, levou minha família a desordem e esmolação, e e meus irmãos pedíamos esmolas mais a minha mãe, para ajudar na renda de casa.
Diante de meses sem salário, meu pai mesmo assim sair todo dia para o trabalho e trazia comida de esmolas que pedia na Feira Central de Campina. A falta de comida e dinheiro, fez com que minha mãe passasse a usar o álcool para criar coragem a fim de enfrentar a vergonha da esmolação, isso diante da fome que passávamos.
Mas, já imaginou se a época, em que vivia nas ruas pedindo esmolas, fugia de casa pra dormir nas ruas, a justiça determinasse minha adoção, logo não teria tido o prazer de ver meus pais deixarem o alcoolismo e me dado uma nova vida em família!
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