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Arnon Victor Marques Nascimento e Gleuber Santiago estão presos por assalto e publicaram fotos no Facebook. Cássio Servulo Meira da Nóbrega, que responde por tráfico de drogas, usou o WhatsApp.
Arnon Victor Marques Nascimento e Gleuber Santiago estão presos por assalto e publicaram fotos no Facebook. Cássio Servulo Meira da Nóbrega, que responde por tráfico de drogas, usou o WhatsApp (Foto: Reprodução/G1)
Pelo menos três detentos estão postando fotos em redes sociais de dentro da Cadeia Pública de Mossoró no Rio Grande do Norte. Fotos publicadas recentemente no Facebook, pelos presos Arnon Victor Marques Nascimento e Gleuber Santiago,que estão presos por assalto.
No WhatsApp, existe um grupo intitulado ‘Filhos de Jah’, onde há uma foto do preso Cássio Sérvulo Meira da Nóbrega, que responde por tráfico de drogas.
Arnon postou foto no dia 22 de maio no Facebook e em outra postagem escreveu: “A liberdade se ganha um dia por vez”. O capitão Dino Max,diretor daquele núcleo prisional confirmou que Arnon chegou à Cadeia Pública no dia 23 de novembro de 2013. Já o detento Gleuber, que também usou a mesma rede social, postou a foto no dia 4 de julho passado e escreveu: “Vivos somos traídos. Presos somos esquecidos. Mortos deixamos saudades”.
Segundo o diretor, Gleuber foi preso no dia 13 de maio deste ano. Já o preso Cássio Sérvulo, que está detido desde o último dia 27 de abril, enviou foto para o grupo do WhatsApp no qual que ele faz parte,nesta segunda-feira, dia 7, às 9h37.
Providências
De acordo com o capitão, um equipamento bloqueador de celulares foi adquirido recentemente, mas o aparelho acabou cortando o sistema de comunicação da unidade e também os telefones celulares de moradores da vizinhança.
A Cadeia Pública de Mossoró fica às margens da RN-015, perto da comunidade de Riacho Grande, a pouco mais de 15 quilômetros do Centro da cidade. Em razão da interferência, o Capitão Max disse que o equipamento terá de ser ajustado para que seja ligado novamente, o que deve acontecer até o final do mês.
Até lá, o capitão afirmou que será feita uma revista minuciosa em todas as celas da unidade, e que aparelhos celulares, cartões e chips que forem encontrados serão encaminhados para a Polícia Federal, que já está fazendo um trabalho de investigação para identificar a comunicação que os detentos estão tendo com criminosos que estão fora dos presídios.(G1 RN).

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