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O senador Pedro Simon (PMDB-RS) advertiu nesta quinta-feira (16) em Plenário ser necessário um governo de união nacional, que se sustente no diálogo e no debate de ideias, não na troca de favores em busca de apoio político. Ele mencionou escândalos que envolvem o governo e sublinhou que o país ainda não tem a dimensão do que foi revelado em delação premiada (ainda sigilosa) pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef.
Simon voltou a afirmar que uma eventual derrota no segundo turno da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, pode ser “a melhor coisa para o Brasil e para o próprio PT”. “Há derrotas que são vitórias”, disse Simon, dirigindo-se à
presidente Dilma Rousseff.
presidente Dilma Rousseff.
No entendimento do senador, que declarou ter votado em Marina Silva (PSB) no primeiro turno, só na oposição o PT poderá se recompor e voltar a ser o partido ético, importante para o país, que foi no passado. Por outro lado, se vencer, o candidato Aécio Neves (PSDB-MG) terá uma forte oposição, que o obrigará a cumprir seus compromissos de campanha.
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