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Pelo menos 28 detentos fugiram da
Cadeia Pública de Nova Mutum, no
Mato Grosso (269 km de Cuiabá),
durante a madrugada desta quinta-feira
(5). A Polícia Civil confirmou que os dois
agentes prisionais que estavam de plantão
foram dopados por duas mulheres o que
resultou na fuga em massa dosdetentos
da unidade.A delegada responsável
pelo caso, Angelina de Andrade Ferreira,
contouque uma das mulheres é namorada
deum dospresos e teria ido até à cadeia
acompanhada de
uma amiga, com bebidas alcoólicas para
entregar ao companheiro Depois da entrega,
elas teriam ficado na frente da unidade
prisional conversando com os agentes,
que foram dopados por alguma substância
química ainda não identificada pela
polícia. Adelegada informou que os agentes
foram negligentes quanto à guarda dos presos.
“O plano era seduzi-los. Elas deram algo
para os agentes beberem e depois abriram a
grade central de acesso às celas internas”,
explicou.O diretor da cadeia juntamente com
os dois agentes prisionais
foram presos e vão responder por facilitação
qualificada de fuga de presos, sob sua custódia,
e peculato culposo pela
subtração de armamento da cadeia. Há suspeita
de que os agentes fizeram uso de bebidas durante
o expediente. O autor do plano seria o detento
Bruno Ojeda Amorim, que responde por crimes
de roubo, tentativa de homicídio, formação
de quadrilha e porte ilegal de arma de fogo.
O suspeito, em posse da chave repassada pela
namorada, abriu as cinco celasda unidade, dando
fuga aos reeducando. Da cadeia, os detentos
também furtaram três espingardas calibre 12,
dois revólveres calibre 38 e várias munições.
Uma espingarda foi recuperada e oito dos 28
presos foram recapturados até o momento.
O balanço foi divulgado pela Secretaria de
estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh),
responsável por gerir o sistema prisional de
Mato Grosso.Os fugitivos respondem crimes
como homicídio, formação de
quadrilha, roubo, assalto à mão armada,
extorsão e tráfico de drogas, entre outros.
Buscas continuam sendo realizadas para
localizar o restante dos foragidos. O caso
está sendo investigado

Pelo menos 28 detentos fugiram da
Cadeia Pública de Nova Mutum, no
Mato Grosso (269 km de Cuiabá),
durante a madrugada desta quinta-feira
(5). A Polícia Civil confirmou que os dois
agentes prisionais que estavam de plantão
foram dopados por duas mulheres o que
resultou na fuga em massa dosdetentos
da unidade.A delegada responsável
pelo caso, Angelina de Andrade Ferreira,
contouque uma das mulheres é namorada
deum dospresos e teria ido até à cadeia
acompanhada de
uma amiga, com bebidas alcoólicas para
entregar ao companheiro Depois da entrega,
elas teriam ficado na frente da unidade
prisional conversando com os agentes,
que foram dopados por alguma substância
química ainda não identificada pela
polícia. Adelegada informou que os agentes
foram negligentes quanto à guarda dos presos.
“O plano era seduzi-los. Elas deram algo
para os agentes beberem e depois abriram a
grade central de acesso às celas internas”,
explicou.O diretor da cadeia juntamente com
os dois agentes prisionais
foram presos e vão responder por facilitação
qualificada de fuga de presos, sob sua custódia,
e peculato culposo pela
subtração de armamento da cadeia. Há suspeita
de que os agentes fizeram uso de bebidas durante
o expediente. O autor do plano seria o detento
Bruno Ojeda Amorim, que responde por crimes
de roubo, tentativa de homicídio, formação
de quadrilha e porte ilegal de arma de fogo.
O suspeito, em posse da chave repassada pela
namorada, abriu as cinco celasda unidade, dando
fuga aos reeducando. Da cadeia, os detentos
também furtaram três espingardas calibre 12,
dois revólveres calibre 38 e várias munições.
Uma espingarda foi recuperada e oito dos 28
presos foram recapturados até o momento.
O balanço foi divulgado pela Secretaria de
estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh),
responsável por gerir o sistema prisional de
Mato Grosso.Os fugitivos respondem crimes
como homicídio, formação de
quadrilha, roubo, assalto à mão armada,
extorsão e tráfico de drogas, entre outros.
Buscas continuam sendo realizadas para
localizar o restante dos foragidos. O caso
está sendo investigado
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