Entre um cafezinho e um prosa e outra,
já lançaram várias candidaturas à Prefeitura de Guamaré, muitas delas não
passaram de especulações, tendo vista que não tinham
densidade eleitoral que
conduzisse o “sistema” ao sucesso eleitoral.
Outras, com certeza não teriam o
respaldo do líder maior, o atual prefeito, pela cabeça do grande articulador
político, quem sabe se não o maior na história mais recente de Guamaré, não
passa outra candidatura, que não a sua para o pleito de 2016.
O lançamento de dois nomes de peso da
política guamareense simultaneamente, pasmem, nos levar a meditar se já não é
um princípio de fritura.
Digo, fritura, pelo fato de há mais de
um ano da eleição, diga-se de passagem, lançamento prematuro pelo desgaste que
causa ao “candidato” lançado, já que as cobranças, aquelas velhas e já
conhecidas cobranças, aqueles compromissos que são assumidos para serem
cumpridos logo após as eleições, certamente, levará a queimar o nome e
inviabilizá-lo eleitoralmente, o afastando das disputas, até mesmo ao cargo de
vereador.
Em nome de um projeto pessoal, Rosendo
Ferreira foi fritado e nem percebeu, e, quando abriu os olhos (urnas) já não
era mais vereador, e assim aconteceu com vários vereadores que tentaram a
reeleição e não conseguiram por terem suas bases invadidas.
Não acho e não creio que Ednor e Edson
do Carmo se deixem fritar, pois potencial eleitoral para pleitearem a vaga de
candidato eles possuem.
O que pode pesar contra a candidatura de
qualquer um dos dois, é que eles não são jogadores e não jogam no meio de
campo, mas, que são eficientes como vereadores, isso eles são, cheios de boas
ideias e bons projetos, que certamente passarão do campo de promessas para o
campo de realidade.
A mídia presta um grande serviço aos
seus leitores e visualizadores quando lança candidaturas para serem avaliadas
pelo eleitor. Isto é democracia.
Por fim quero fazer uma menção ao ditado
popular: ‘boi de piranha” – Alguém ter que ser sacrificado para salvar os
outros.


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