segunda-feira, 20 de julho de 2015

EDUCAÇÃO MODELO... ESCOLA MODELO... Qual é a realidade da educação em Guamaré?


As reformas das escolas do Município estão sendo realizadas para atender as exigências do Ministério de Educação e Cultura – MEC, isto não é favor é obrigação, já que existem verbas federais carimbadas (não podem serem usadas em outra coisa) para não só fazer reformas, mas também para construir. A mídia tece muitos elogios, faz até mesmo apologia quando uma dessas escolas são reformadas, esquecendo de falar que todas devem ser climatizadas (salas de aula), mas pasmem, os ar-condicionados instalados não passam de ventiladores e janelas abertas, visitem a Escola Francisca Freire. As aulas não começaram na data certa por um único motivo, falta de planejamento, já que o gestor municipal não quer fazer um concurso público para preencher as vagas existentes no quadro de professores, preferindo fazer um “seletivo” (sim, “SELETIVO” onde a manipulação pode ocorrer e a escolha realmente é seletiva) para preencher as vagas de professores (desculpa para não fazer o concurso é: “E o meu povo como fica, vai ficar desempregado?”), teve candidato que no processo seletivo anterior tinha “6” pontos, capacitou-se e pasmem, no seletivo deste ano tinha menos pontos que o anterior. (Basta comparar as duas listas 2014/2015). Agora a maior aberração, transferir os alunos do Benvinda para o Clube e para o um antigo Restaurante, dois lugares inadequados para serem transformados em sala de aula, o primeiro pelo calor insuportável, sem banheiros adaptados as necessidades dos alunos, o segundo é apenas um salão onde era servido as refeições também deixando a desejar como sala de aula. Há mais um agravante, os professores terão que se deslocar de um local para outro para ministrar as suas aulas, quem perde? – Os alunos, e haja modernidade. Serão 8(oito) meses nessa via cruz vivida pelos alunos e professores, mais uma vez a falta de planejamento, por que a reforma não foi feita no período do recesso? – O Ministério Público através do(a) Promotor(a) responsável pela educação deverá pedir explicações sobre este fato. Não seria melhor construir uma nova escola, terreno o município tem, dinheiro também, o que falta é vontade política e planejamento. A modernidade é tão grande em Guamaré, que foram gastos R$ 3.000.000,00(Três milhões) na comprar de livros para serem distribuídos entre os alunos da rede pública. A reforma de escolas não traduz modernidade, o que traduz modernidade é o investimento em qualificação profissional, o incentivo a qualificação (Pós-graduação, Mestrado e Doutorado), então podemos dizer que Guamaré tem uma educação moderna. Não precisamos de escolas bonitas, se dentro dela nada é bonito. Para encerrar um ditado popular: “Quem não tem educação, não tem nada.” – “Gaiola bonita não alimenta canário”

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