Edmo Sinedino
Richardson não serve, não servia para o América. Zé Antônio Paulista sim.
O segundo volante, capitão do Confiança, jogador potiguar, cria do América, foi o maior jogador em campo na vitória que complicou a vida do América na Série C.
Seria exagero dizer que ele comandou a vitória do time sergipano? Claro que não.
Bom passe, cabeça erguida, lançamento, posse de bola, domínio e comando, são qualidades do Richardson.
Poucos viram isso desde seu surgimento. Poucos tiveram a coragem de colocá-lo para jogar.
Estou querendo lembrar qual o treinador que chegou a escalar Richardson, mas não lembro.
Ele é mais um exemplo do pouco caso que nossos clubes fazem dos garotos que revelam, até que levam um castigo como o de hoje.
Richardson, mal comparando, é infinitamente superior ao jogador que faz, hoje no América, a sua função.
Um detalhe. Uma diferença: o RG.
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