Edmo Sinedino
Uma rodada em que um jogador potiguar, Apodi, marcou o gol da vitória de sua equipe – Chapecoense – e praticamente livrou-o do risco de rebaixamento.
O time de Santa Catarina, onde joga nosso ala, ainda corre riscos, é bem verdade, mas o gol de Apodi pode ter sido o da “permanência”.
Nós estamos na torcida.
Como também pelo Figueirense de Fabinho, que considero como se fosse potiguar também.
Na rodada, outra grata presença, o garoto Ayrton (que a gente não sabe ao certo como foi sua negociação com o Flu) jogou hoje como titular do tricolor.
Pena que o Flu perdeu para o Cruzeiro de 2 a 0. O garoto tem só 18 anos. Para o time carioca ele serve, pode jogar, não servia para ser titular do ABC.
No mesmo Fluminense, infelizmente, com o novo treinador, Eduardo Baptista, o volante Edson, que está em magnífica forma, estranhamente, está no banco.
Sempre tem um cego á espreita nesse futebol do Brasil.
O outro potiguar, Rodriguinho, que havia feito dois gols seguidos para o Corinthians, com a volta de todos os titulares, ficou no banco na partida deste domingo contra o Atlético/PR.
Isso é de menor de importância. Rodrigo entrou no jogo, mesmo com tantos meias de qualidade que tem o Timão – Jadson, Renato Augusto, Malcon, Danilo.
Tudo indica, com Rodriguinho, vamos ter mais um potiguar se sagrando campeão brasileiro.
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