Venho
através desse meio esclarecer os fatos decorridos sobre minha candidatura ao
conselho tutelar do município de Guamaré,após todas as etapas desde a inscrição
até a eleição terem sidos aceitas sem nenhum impedimento fui eleita em terceiro
lugar com 674 votos, e sou agradecida imensamente a cada um que saiu de sua
residência com esse intuito. Foram 674 votos limpos, Votos conscientes, Votos
voluntários, e apenas
por isso que venho aqui esclarecer os fatos decorridos
pois tenho uma obrigação com cada um que em mim depositou sua confiança para
ser elegida e posteriormente fazer um bom trabalho. Como todos já são sabedores
sofri (após ter sido eleita pelo povo) denúncias que não demonstram a
veracidade dos fatos o que pode ser comprovado através dos anexos.Diferentemente do que alegam trabalhei sim com criança e adolescentes na Escola Educandário Monsenhor Lucena situada na rua Antônio Proença, João Câmara sendo um ano como auxiliar de professora e dois anos como professora (anexos),como assim pede a lei. Outro ponto onde a mim foi reivindicado ter domicílio no município a mais de dois anos, onde também o tenho, só não compreendo como pode meu pai morar no município a cerca de dezesseis anos e eu não ter domicílio de dois anos se eu moro com ele? Impossível seria, no entanto sou filha de pais separados e convivo com ambos, minha mãe em que reside em João Câmara e meu pai em Guamaré. Falam que não me veem na cidade e realmente poucos me viam, andava apenas em lugares selecionados devidos as várias ameaças que sofremos diariamente, não temos privacidade de andar na rua sem ter que estar sempre atentos aos quatro cantos, discussão constante antes de entrarmos nessa batalha que eu ficaria exposta, a todos os riscos e mesmo assim decidimos enfrentar o que mais me deixa revoltada foi ter sido pugnado a mim um status de "não possuir idoneidade" para exercer o cargo de conselheira tutelar são palavras e acusações fortes para com uma pessoa que em nenhum momento não apresentou nenhuma documentação falsa se assim tivesse o feito não teria tido minha candidatura deferida já que todos os requisitos para isso foram preenchidos e foram aceitos tanto pelo CMDCA, quanto pela promotoria. Apenas o que me deixa mais indignada e mais triste é ter que vir aqui explicar aos meus amigos, familiares, e anônimos que me apoiaram e em mim votaram o porquê no dia 10/01/2016 não me verão assumindo o meu cargo de conselheira tutelar onde a mim foi retirado esse direito "temporariamente " mas desde já afirmo que a luta não terminou perdemos apenas mais uma batalha mas a guerra está apenas começando. Obrigado a todos, os que me ajudaram que foram votar em mim, que me deram forças nessa luta que ainda estão ao meu lado são por vocês é apenas vocês que estou aqui prestando esse esclarecimento.

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