Quando o sudeste era o ponto de melhorias para os nordestinos, Moacir viajou e conviveu um certo tempo nos grandes centros, até que a saudade o trouxe de volta para o convívio dos seus amigos e familiares.
Chegando aqui, participou de cursos e tornou-se técnico veterinário e funcionário público como agente administrativo. Fez muitas
campanhas de vacinação contra as doenças que atacam o rebanho, além disso, fez muitos partos e salvou vários animais de morrer à míngua. Por isso, dedicou a vida e o amor pela veterinária.
Na década de 1970, Moacir
Bezerra implantou um projeto de horta comunitária na nossa terra. Abasteceu, por muito tempo, o nosso município através de coentro, cebolinha, alface e pimentão. Algumas pessoas, principalmente, no bairro São Francisco, conseguiram por muito tempo colocar esse projeto adiante e ganhar o seu dinheiro extra. Saindo um pouco do lado profissional, vamos encontrá-lo no mundo da boemia. Antes de começar a cantar, ajeitava o colarinho da camisa. Tinha uma voz potente, afinada e conseguia dar os graves iguais a Orlando Silva e Nelson Gonçalves. A música preferida de Moá era 'Ciclone', do velho Nelson. Das músicas que cantava nas serenatas em céu profundo, que começam nesse mundo e não sabem onde acabar, Ciclone marcará Moacir para sempre na pessoa simpática que sempre foi: 'Ciclone', cantando "Ela se enamorou de outro rapaz...nenhum de nós pensou voltar atrás", enquanto enchia as noites de alegria. Casou com a excelente e educada mulher, Dorinha Câmara, filha de Francisco de Assis Câmara. Teve três filhas maravilhosas: Vitória, Vilma e Regina. Quando Nelson Gonçalves veio ao Country Club, assim que acabou a festa, ao lado de Josias e Moacir, fez uma serenata e ficou encantado coma a voz de Moacir e o ritmo de Josias, tocando na caixinha de fósforo, a percussão. Devemos a ele essa chamada interjetiva: "Pra cima de Moá!", quando alguém o queria fazer de ingênuo ou levar vantagem em algo. Enquanto houver rebanho em nossa terra, a figura de Moacir será lembrada. Enquanto houver romantismo no nosso torrão, Moacir será lembrado. Moacir Bezerra deixou a simpatia, a simplicidade e a amizade que sempre o acompanharam durante toda vida.
João Bosco da Silva, professor e poeta
Marcos Calaça, jornalista cultural
Bezerra implantou um projeto de horta comunitária na nossa terra. Abasteceu, por muito tempo, o nosso município através de coentro, cebolinha, alface e pimentão. Algumas pessoas, principalmente, no bairro São Francisco, conseguiram por muito tempo colocar esse projeto adiante e ganhar o seu dinheiro extra. Saindo um pouco do lado profissional, vamos encontrá-lo no mundo da boemia. Antes de começar a cantar, ajeitava o colarinho da camisa. Tinha uma voz potente, afinada e conseguia dar os graves iguais a Orlando Silva e Nelson Gonçalves. A música preferida de Moá era 'Ciclone', do velho Nelson. Das músicas que cantava nas serenatas em céu profundo, que começam nesse mundo e não sabem onde acabar, Ciclone marcará Moacir para sempre na pessoa simpática que sempre foi: 'Ciclone', cantando "Ela se enamorou de outro rapaz...nenhum de nós pensou voltar atrás", enquanto enchia as noites de alegria. Casou com a excelente e educada mulher, Dorinha Câmara, filha de Francisco de Assis Câmara. Teve três filhas maravilhosas: Vitória, Vilma e Regina. Quando Nelson Gonçalves veio ao Country Club, assim que acabou a festa, ao lado de Josias e Moacir, fez uma serenata e ficou encantado coma a voz de Moacir e o ritmo de Josias, tocando na caixinha de fósforo, a percussão. Devemos a ele essa chamada interjetiva: "Pra cima de Moá!", quando alguém o queria fazer de ingênuo ou levar vantagem em algo. Enquanto houver rebanho em nossa terra, a figura de Moacir será lembrada. Enquanto houver romantismo no nosso torrão, Moacir será lembrado. Moacir Bezerra deixou a simpatia, a simplicidade e a amizade que sempre o acompanharam durante toda vida.
João Bosco da Silva, professor e poeta
Marcos Calaça, jornalista cultural

Fantástico. Precisamos de mais matérias como essa.
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