“Os lideres da organização, via de regra, são estudantes de Medicina que conhecem pessoas habilitadas em todos os conteúdos do Enem.
Eles contratam essas pessoas, conhecidas como os pilotos, que realizam a
prova da disciplina que têm conhecimento. Passado algum tempo, eles
saem desses locais e levam até a base [hotel], onde os líderes repassam
para as demais pessoas beneficiárias do esquema”, explica Marcelo
Freitas.
A PF apurou que um dos pilotos, além de repassar o gabarito para os
líderes da organização, ainda usou uma falsa identidade e fez a prova no
lugar de outro candidato.
Ainda de acordo com a PF, como as ordens das questões das provas era
diferente, quem passava o gabarito falava uma expressão do enunciado e
outra expressão que constava em uma das alternativas, assim o candidato
conseguia identificar a questão e resposta correta.
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