Numa das tantas etapas da lava-jato, a Polícia Federal prendeu hoje, no Rio de Janeiro, numa operação do Ministério Público Federal, Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, e Leonardo Gryner, ex-diretor de operações do comitê Rio 2016 e braço-direito de Nuzman.
Nuzman
é suspeito de intermediar a compra de votos de integrantes do Comitê Olímpíco
Internacional (COI) para a eleição do Rio como sede da Olimpíada de 2016.
Ele
foi preso em casa, no Leblon, por volta das 6h.
Nuzman
é presidente do COB há 22 anos.
Segundo
as investigações, o esquema teve a participação, pra variar, do ex-governador
Sérgio Cabral.
O
dinheiro teria vindo do empresário Arthur Cesar Soares de Menezes Filho,
conhecido como Rei Arthur, que também teve mandado de prisão decretado, mas
está foragido da justiça.
Nuzman
foi preso porque tentou ocultar bens, valores em espécie e 16 quilos de ouro
que estariam em um cofre na Suíça.
Ele
havia sido alvo de busca e apreensão há exatamente um mês.
Um
dos objetos apreendidos com ele foi uma
chave que estava guardada junto a cartões de agentes de serviços de locação na
Suíça. Segundo o MPF, são indícios de que Nuzman guardou lá o ouro
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