O
ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou na madrugada
deste sábado (2) que a eleição para presidente do Senado seja feita por meio de
votação secreta. Ele atendeu a um pedido feito pelos partidos Solidariedade e
MDB.
A
sessão que vai definir o novo comando da Casa está
marcada para às 11h deste sábado após ter sido adiada na noite de sexta-feira (1º), depois de muito tumulto e bate-boca entre os senadores.
marcada para às 11h deste sábado após ter sido adiada na noite de sexta-feira (1º), depois de muito tumulto e bate-boca entre os senadores.
Na
decisão, Toffoli anulou a votação conduzida pelo senador Davi Alcolumbre
(DEM-AP), que definiu votação aberta para a eleição, e pediu que a comunicação
da decisão seja feita ao senador José Maranhão (MDB-PB), que segundo o ministro
do STF, presidirá os trabalhos na sessão deste sábado.
“Defiro
o pedido, de modo que as eleições para os membros da Mesa Diretora do Senado
Federal sejam realizadas por escrutínio secreto. Por conseguinte, declaro a
nulidade do processo de votação da questão de ordem submetida ao Plenário pelo
Senador da República Davi Alcolumbre, a respeito da forma de votação para os
cargos da Mesa Diretora. Comunique-se, com urgência, por meio expedito, o
Senador da República José Maranhão, que, conforme anunciado publicamente,
presidirá os trabalhos”, diz a decisão.
O
pedido foi enviado para a análise do ministro Dias Toffoli, porque ele está de
plantão neste fim de semana no Supremo Tribunal Federal.
A
suspensão da sessão desta sexta-feira (1º) foi proposta pelo senador Cid Gomes
(PDT-CE) para tentar pôr fim à divergência em torno de quem deveria conduzir a
reunião. A proposta foi aprovada em votação simbólica (sem contagem de votos).
Houve
tumulto durante toda a sessão desta sexta-feira. O primeiro ponto de divergência
foi a condução dos trabalhos pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
G1


Toffole e um ministro muito vagabundo
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