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Em 29 de setembro de 1992, portanto, há 20 anos, a Câmara dos Deputados
aprovava a perda do cargo do ex-presidente Fernando Collor de
Mello, atual senador, e que o levaria à renúncia e perda dos direitos
políticos por oito anos, sendo o primeiro mandatário a sofrer um impeachment no
Brasil.
Acusado de corrupção passiva, Collor foi julgado pelo STF em dezembro de 1994. Entretanto, a maioria dos ministros entendeu que houve falta de provas e não ficou comprovado o chamado ato de ofício, quando um servidor público muda a sua postura em determinado ato mediante recebimento de vantagem financeira. Collor foi, então, absolvido.
Acusado de corrupção passiva, Collor foi julgado pelo STF em dezembro de 1994. Entretanto, a maioria dos ministros entendeu que houve falta de provas e não ficou comprovado o chamado ato de ofício, quando um servidor público muda a sua postura em determinado ato mediante recebimento de vantagem financeira. Collor foi, então, absolvido.
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